Câmara ressalta importância do uso de sementes certificadas de Feijão

Agronegócio

Câmara ressalta importância do uso de sementes certificadas de Feijão

Melhora a plantação, contribui para a uniformidade na germinação e diminui a transmissão de doenças, ao utilizar menos agroquímicos”, explicou o presidente do Ibrafe, Marcelo Lüders
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A criação de um Centro de Inteligência do Feijão foi defendida na 10ª reunião ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do setor, realizada nesta terça-feira (30), em Brasília. “O objetivo é mostrar aos produtores as vantagens do uso de sementes certificadas, que aumentam a qualidade e a produtividade. Já temos o apoio do ministro Reinhold Stephanes, que considera necessário conscientizar todos os envolvidos sobre a necessidade dessa ação”, disse o presidente da Câmara Setorial, Péricles Salazar.

No encontro, o presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro do Feijão (Ibrafe), Marcelo Lüders, enfatizou os benefícios das sementes certificadas. “Melhora a plantação, contribui para a uniformidade na germinação e diminui a transmissão de doenças, ao utilizar menos agroquímicos”, explicou.

O Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/PR) apresentou o Projeto Centro-Sul de Feijão e Milho, que objetiva melhorar a produtividade média da agricultura familiar, que hoje é de mil quilos por hectare, no caso do feijão. “A meta é alcançar dois mil quilos por hectare. Para isso, estamos criando unidades demonstrativas de feijão e milho e profissionalizando mais de 2,9 mil produtores”, destacou o engenheiro agrônomo, Marco Antônio Brandão Borges.

Dados da Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura (AGE/Mapa) apontam que a área plantada de feijão, na safra 2008/2009, é de 3,9 milhões de hectares e a expectativa para 2018/2019 de 4,6 milhões de hectares. “De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2020 serão 207 milhões de brasileiros. Com isso, a projeção é que o consumo anual de feijão ultrapasse 4,6 milhões de toneladas, o que representa 27% a mais do que temos hoje. Assim, nosso desafio é aumentar área e produtividade”, enfatizou Lüders.

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