Carne bovina foi destaque na agenda de Novacki em Londres

Agronegócio

Carne bovina foi destaque na agenda de Novacki em Londres

Secretário seguiu da capital inglesa para Israel, onde busca maior cooperação tecnológica para plantio em ambiente complexo
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Secretário seguiu da capital inglesa para Israel, onde busca maior cooperação tecnológica para plantio em ambiente complexo

O secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, em viagem a Londres, manifestou  expectativa de estreitar a relação comercial com o Reino Unido, tendo em vista a saída britânica da União Europeia (Brexit). Em reuniões com autoridades do Reino Unido, propôs intensificar as relações comerciais e obter parceria preferencial contemplando a agropecuária.

Temas sensíveis, como o comércio de carne bovina, tiveram destaque nas discussões. “Esses temas devem ser encarados como parte de parceria profícua e não como de concorrência”, advertiu. O Mapa está à disposição para abrir o diálogo e concretizar ações sobre uma plataforma de aproximação, “na busca de soluções relativas ao sensível setor por um mecanismo de benefício mútuo”, argumentou.

O secretário ainda reiterou o interesse na troca de experiências científicas e tecnológicas da Embrapa com os centros de pesquisas ingleses, em conversa com a ministra The´re`se Coffey, do Departamento de Meio Ambiente, Alimentac¸a~o e Assuntos Rurais do Reino Unido (DEFRA),

A agenda na capital londrina, que contou com apoio da diplomacia brasileira, teve como um dos objetivos demonstrar que o sistema produtivo brasileiro incorporou a sustentabilidade, “um caminho sem volta, no qual o governo, por meio de políticas públicas estimula a produção com esses requisitos”, destacou o secretário.

Há compromisso da agricultura e da pecuária com os fatores de mudanças climáticas, com a preservação da biodiversidade e da água e, ao mesmo tempo, com o provimento da segurança alimentar, suprindo o mundo com alimentos de qualidade, afirmou. A contribuição que o Brasil tem dado na área ambiental deve ser seguida de reconhecimento pelos países, convertido e materializado em preferência pelo produto brasileiro, defendeu.

A representantes de governo e  a investidores, lembrou a importância de obter recursos a taxas atrativas para ampliar sistemas produtivos de baixo carbono. Ressaltou que o Brasil conta com sólido e experimentado mecanismo de garantias de títulos específicos, lastreados pela produção e, até mesmo, pela própria terra. 
 
“Nosso setor e o país estão prontos para avançar ainda mais, mas necessitam de contrapartidas”, reforçou no fim da viagem ao Reino Unido, de onde seguiu para Israel, com a finalidade de fortalecer a cooperação em tecnologia para plantar em ambientes complexos, como os do Nordeste e estreitar relações comerciais.


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