Carne de frango: desempenho dos quatro principais itens exportados no 1º trimestre de 2022
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Imagem: Marcel Oliveira
PECUÁRIA

Carne de frango: desempenho dos quatro principais itens exportados no 1º trimestre de 2022

O aumento de 9,67% no volume de carne de frango exportada no primeiro trimestre de 2022
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O aumento de 9,67% no volume de carne de frango exportada no primeiro trimestre de 2022 não contou com a colaboração do frango inteiro, pois as 227.598 toneladas do produto embarcadas no período apresentaram recuo de 9,64%. Assim, contribuíram para o incremento os cortes de frango (perto de 804 mil toneladas e 15,20% de aumento anual), os industrializados (29.326 toneladas, +26,98%) e a carne de frango salgada (quase 42 mil toneladas, 28% de aumento).Daí o 1,1 milhão de toneladas do trimestre inicial do ano, um recorde para esse período.

 Porém, no tocante aos preços alcançados, não houve exceção, porquanto a valorização abrangeu os quatro itens exportados, o maior aumento recaindo sobre a carne salgada, exportada por valor 37,42% superior ao do mesmo trimestre de 2021.  Os cortes de frango tiveram seu preço médio corrigido em 20%, enquanto frango inteiro e industrializados apresentaram valorização de 13,21% e 11,35%, respectivamente.

Com essa valorização, os quatro itens registraram obtiveram aumento na receita cambial. Mas, em função do recuo no volume, a menor expansão recaiu sobre o frango inteiro: aumento de 2,29%. Em valores relativos o maior aumento (variação anual de 75,94%)foi proporcionado pela carne salgada, vindo a seguir os industrializados (+41,39%) e os cortes de frango (+38,34%).

Mas, em valores absolutos, a contribuição principal continua sendo a dos cortes de frango que, no trimestre, geraram 71,12% da receita do setor. Com 19,12% do total, o frango inteiro permanece como o segundo item da pauta, seguido pela carne salgada (5,27%) e pelos industrializados (4,49% do total).

A ressaltar que a receita cambial dos quatro itens exportados, muito próxima dos US$2 bilhões e 31,11% maior que a do mesmo trimestre de 2021, representa novo recorde do setor. Porém, esta foi a primeira vez nos últimos nove anos que é ultrapassada a marca do US$1,9 bilhão. O recorde anterior, no valor de US$1,928 bilhão, permanecia imbatível desde o primeiro trimestre de 2013.


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