Casos de gripe A devem reduzir a partir de setembro

Agronegócio

Casos de gripe A devem reduzir a partir de setembro

No Rio Grande do Sul, foram registradas 55 mortes pela doença
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Os casos de gripe A (H1N1) estão diminuindo em algumas regiões do Rio Grande do Sul, informou nesta quinta-feira (13), o secretário da Saúde, Osmar Terra. Alertou, porém, que a doença segue crescendo em outras comunidades. "A gripe que ocorre no Estado é sempre rigorosa devido ao inverno. Aqui há um grande número de pessoas que já possuem problemas pulmonares", explicou. Destacou que no início de setembro os casos da doença tendem a diminuir gradativamente.

Sobre o adiamento das aulas nas escolas estaduais, o secretário voltou a afirmar que na próxima semana a rede hospitalar estará mais preparada para enfrentar a doença. "A interrupção serve para que haja uma melhor preparação da infraestrutura de saúde, e não para evitar o contágio entre os estudantes", disse. Terra participou na manhã desta quinta-feira, do Painel RBS sobre a gripe A, junto com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. O secretário respondeu as questões dos jornalistas e da população, que pôde enviar mensagens por e-mail.

Os insumos e as matérias-primas importadas dos Estados Unidos para os exames da nova gripe já estão no Laboratório Central do Estado (Lacen), que terá capacidade para a realização de 50 exames diários. Atualmente, 600 pessoas estão internadas com suspeita de gripe A e 100 estão em UTIs no Estado. No Rio Grande do Sul, foram registradas 55 mortes pela doença. Cerca de 70% dos casos estão relacionados com comorbidades (diabetes, hipertensão arterial, obesidade e gravidez).

Tamiflu
O medicamento Tamiflu, antiviral indicado pela Organização Mundial da Saúde no tratamento da gripe A, está disponível nos 496 municípios do Rio Grande do Sul. É distribuído pelas secretarias municipais de Saúde, de acordo com as peculariedades e possibilidades locais, seguindo os termos dos protocolos nacional e estadual. O governo gaúcho faz a entrega aos municípios por intermédio das Coordenadorias Regionais de Saúde, de acordo com o consumo verificado nas justificativas de uso e planilhas de controle.


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