Ceres celebra Instrução Normativa que coloca a cultura de sorgo no grupo “minor crops”

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Ceres celebra Instrução Normativa que coloca a cultura de sorgo no grupo “minor crops”

Syngenta também destaca teor da publicação governamental
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Empresa avança no desenvolvimento de híbridos de sorgo sacarino e sorgo de alta biomassa no mercado brasileiro e assinala que medida irá acelerar o registro de produtos para controle de pragas e doenças
 
Syngenta também destaca teor da publicação governamental e crê na aprovação de produtos importantes para sorgo ampliar produtividade
 
Empresa líder global no desenvolvimento de culturas energéticas, a Ceres Sementes comemorou a publicação da Instrução Normativa conjunta Mapa/IBAMA/Anvisa do dia 16 de junho último. O documento estabelece que a partir de agora o sorgo será enquadrado entre as minor crops ou culturas de menor suporte fitossanitário, para as quais há carência ou número reduzido de defensivos agrícolas e afins registrados, além de entraves para tratamento fitossanitário.
 
A medida dos órgãos governamentais – válida para o grupo principal “Cereais”, subgrupo “milho” -, pressupõe que o registro de produtos químicos para sorgo será mais rápido, fácil e com menor custo. Implica ainda que produtos já avaliados e aprovados para emprego na cultura do milho - no controle de plantas daninhas, pragas e doenças -, tenham prioridade nos processos de registro para sorgo.
 
Para produtores de sementes, mudas e agricultores, a nova Instrução Normativa foi considerada uma conquista, pois, entre outros benefícios, abre a possibilidade da adoção de diferentes princípios ativos, em rotação, no processo produtivo do sorgo, uma técnica de manejo que trará benefícios agronômicos e ambientais à cultura.
 
“Devemos parabenizar a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e o Instituto Brasileiro de Recursos Naturais Renováveis”, assinala André Franco, gerente geral da Ceres Sementes do Brasil. “A Ceres está satisfeita por ter contribuído com seu conhecimento e esforços para essa conquista que terá desdobramentos importantes na agricultura brasileira”, complementa o executivo.
 
A Syngenta Proteção de Cultivos, uma das principais empresas do mercado brasileiro de soluções agrícolas, também celebrou a publicação da medida.
 
Marcos Castro, gerente global de marketing para cana-de-açúcar, declarou: “Nós da Syngenta estamos felizes por essa importante aprovação, pois acreditamos no potencial do sorgo para geração de energia renovável, em complemento à cultura da cana-de-açúcar. Entendemos que a medida poderá acelerar a aprovação de produtos importantes para o sorgo atingir todo o seu potencial produtivo.”
 
Há cerca de dois anos, a Ceres e a Syngenta firmaram uma parceria para desenvolver o mercado de cultivares de sorgo sacarino e sorgo de alta biomassa - Ceres com foco em sementes de sorgo e práticas agrícolas e a Syngenta com defensivos agrícolas para a cultura.

A Ceres Sementes do Brasil é uma subsidiária da norte americana Ceres Inc. A empresa está completando 4 anos de Brasil e prepara-se para iniciar em novembro próximo sua próxima safra comercial de sementes híbridas de sorgo sacarino e sorgo de alta biomassa, com a marca Blade®.
 
Detentora de um dos maiores bancos de germoplasma de sorgo do mundo, a Ceres investe fortemente para consolidar seus híbridos como novas matrizes energéticas da produção de etanol e energia a partir de biomassa no País.
 
As cultivares de sorgo Blade® vêm apresentando evolução crescente safra após safra, impulsionando a adesão do mercado pela nova tecnologia. A linha de sorgo sacarino vêm sendo testada desde o início das atividades da empresa no Brasil, em parceria com usinas do setor sucroenergético, visando a produção adicional de etanol e cogeração de energia por meio do bagaço (resíduo do processo similar à cana de açúcar). Já a linha de sorgo alta biomassa Blade® chegou recentemente às lavouras e destina-se à geração de calor e energia elétrica. O sorgo alta biomassa Blade pode ser utilizado tanto pelo setor sucroenergético como também por indústrias consumidoras de biomassa, como citrícola, secadoras de grãos entre outras.
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