Cesta básica de Cuiabá ‘consome’ 55,97% do salário mínimo e é a quinta mais cara do país

Agronegócio

Cesta básica de Cuiabá ‘consome’ 55,97% do salário mínimo e é a quinta mais cara do país

A cesta básica de Cuiabá é a quinta mais cara do país, segundo o Dieese e consome 55,97% do salário mínimo.
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A cesta básica de Cuiabá é a quinta mais cara do país, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e consome 55,97% do salário mínimo. Em agosto, os 13 itens considerados essenciais para a sobrevivência de uma pessoa ficou em R$ 453,10, um aumento de 2,4% no comparativo com julho. O maior custo pertence a São Paulo na ordem de R$ 475,11. Os vilões do oitavo mês de 2016 na pesquisa do órgão foram à banana (18,15%), a manteiga (19,89%) e o arroz (7,01%).

A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), aponta que são necessárias 113 horas 16 minutos de trabalho para pagar os R$ 453,10.

São Paulo lidera o ranking das capitais mais caras com R$ 475,11, seguido de Porto Alegre com R$ 474,34, Florianópolis com R$ 457,11 e Rio de Janeiro com R$ 455,45. Brasília vem logo atrás da capital mato-grossense com a cesta básica custando em média R$ 451,29. A cesta básica mais barata pertence a Natal no valor de R$ 365,46.

De acordo com o levantamento, o salário mínimo no Brasil deveria equivaler em agosto a R$ 3.991,40 para cobrir os custos necessários de uma família de quatro pessoas, ou seja, 4,54 vezes mais que o valor do salário mínimo praticado de R$ 880,00.

Manteiga e banana lideram

Pela pesquisa do Dieese, a manteiga e a banana lideram a variação mensal dos itens que compõe a cesta básica em Cuiabá. A manteiga registrou alta de 19,89% no comparativo com julho, enquanto a banana de 18,15%. Já o arroz subiu 7,01%, o leite 4,94%, o açúcar 2,38% e o pão 1,81%.

Em contrapartida, o feijão, que foi o grande vilão de 2016, apresentou recuo de 4,18% em agosto frente a julho. A carne queda de 0,11%, a batata de 8,46% e o óleo de 5,92%.
 

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