Cientistas desenvolvem novo método de vacinação
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Cientistas desenvolvem novo método de vacinação

Parasita não prejudicial levaria medicamentos até a corrente sanguínea
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Um grupo de cientistas ingleses do Conselho de Pesquisas de Biotecnologia e Ciências Biológicas (BBSRC, na sigla em inglês) desenvolveu uma técnica que utiliza um parasita do gado, mas que não oferece riscos à sua saúde, para levar medicamentos até a corrente sanguínea. O método consiste em inserir o material genético da vacina no DNA do parasita para que ele entre em contato com o sangue do hospedeiro e libere pequenas quantidades de vacina ao longo do tempo.


O tratamento poderá oferecer resistência por longo tempo contra doenças como a febre aftosa, a tuberculose bovina, entre outras. Os cientistas afirmam que a técnica também pode ser adaptada para levar medicamentos que atuam contra outras doenças comuns ao gado. Segundo o pesquisador líder do projeto, Keith Matthews, da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Edimburgo, o método tem potencial para prevenir muitas doenças. Ele explica que essa abordagem na proteção de animais é um exemplo de como anos de pesquisa podem levar ao desenvolvimento de um produto economicamente viável.

Aftosa - No Brasil o processo mais aconselhável é a vacinação periódica dos rebanhos, assim como a vacinação de todos os bovinos antes de qualquer viagem. Em geral a vacina contra a febre aftosa é aplicada a cada seis meses a partir do 3º mês de idade. Antes da aplicação da vacina devem ser obedecidas as recomendações do fabricante e alguns cuidados devem ser rigorosamente observados tais como a conservação adequada e o transporte do revendedor até a propriedade, que deve ser feito em caixas térmicas com gelo. Já a dose a ser aplicada em cada animal deve ser aquela indicada no rótulo da vacina.


Uma dosagem menor do que a indicada pelo fabricante não vai oferecer aos animais a proteção desejada. Não devem ser utilizadas agulhas muito grossas, pois a vacina pode escorrer pelo orifício deixado no couro do animal pela agulha e, em conseqüência, diminuir a quantidade de vacina aplicada. A vacina deve ser aplicada embaixo da pele.

Os animais sadios deverão ser sempre vacinados, pois os doentes ou mal-alimentados não respondem bem à vacinação e, nesses casos, é conveniente procurar orientação com o médico veterinário. Os efeitos da vacina somente aparecem depois de 14 a 21 dias de sua aplicação. Se os animais apresentarem a doença antes desse prazo é sinal que já estavam com a doença quando foram vacinados, mas ainda não tinham manifestado seus sintomas.

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