Clima favorece expectativa do Matopiba para safra de grãos cheia

Agronegócio

Clima favorece expectativa do Matopiba para safra de grãos cheia

Expedição Safra percorreu as lavouras da nova fronteira agrícola
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Expedição Safra percorreu as lavouras da nova fronteira agrícol, e acompanhou o otimismo dos produtores após quatro anos de estiagem que comprometeram a produtividade das lavouras
 
As chuvas regulares no período do plantio reforçam a expectativa de safra de grãos cheia para a temporada 2016/2017 na nova fronteira agrícola – formada pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Diante desse resultado inicial, os produtores da região estão confiantes na produtividade das lavouras para esse ciclo, conforme acompanhou equipe de técnicos e jornalistas da 11ª edição da Expedição Safra, que percorreu mais de 9 mil km pela região, visitando as lavouras das cidades de Barreiras (BA), São Desidério (BA), Formosa do Rio Preto (BA), Bom Jesus (PI), Nova Santa Rosa (PI), Balsas (MA), Guaraí (TO) e Gurupi (TO).
 
Com perdas que representaram mais de 60% na última temporada, decorrentes de longos períodos de estiagem,  e que ocorreram de maneira cíclica nos últimos quatro anos, o cenário esperado representa uma oportunidade para os agricultores se capitalizarem. “Na produção de soja e milho a expectativa é que se consolide uma colheita cheia, por conta do clima chuvoso favorável já no plantio. Com isso, os produtores vão ter condições de se reposicionarem na comercialização de grãos e reverterem os desafios impostos pelo clima nas últimas temporadas, que acabaram comprometendo a entrega das vendas antecipadas”, explica o integrante da Expedição Safra, Gabriel Azevedo.
 
Segundo a equipe acompanhou durante o roteiro, embora exista a possibilidade de um bom retorno econômico nesse ciclo, os produtores estão cautelosos em relação ao investimento em tecnologia e maquinário. O Matopiba corresponde atualmente por 10% da produção nacional, estimada em 215 milhões de toneladas pela Expedição Safra. “Há um otimismo, porém, com restrições, pois os investimentos foram menores e será necessária uma avaliação mais criteriosa sobre como aplicar o retorno desta temporada”, relata Azevedo.
 
O projeto volta a acompanhar o desenvolvimento das lavouras nacionais no período de colheita, após a segunda quinzena de janeiro.


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