CNA debate produção de etanol de milho

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CNA debate produção de etanol de milho

CNA participou nesta terça (27) de audiência pública no Senado para discutir a produção de etanol de milho na região Centro-Oeste do país
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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou nesta terça (27) de audiência pública no Senado para discutir a produção de etanol de milho na região Centro-Oeste do país. O debate foi realizado na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e reuniu representantes do governo e do setor produtivo. O assessor técnico da CNA, Rogério Avellar, apresentou um panorama da produção do grão no país e do potencial do milho como alternativa complementar a cana-de-açúcar para a produção de etanol.

“O Brasil produziu na safra passada 81 milhões de toneladas de milho, das quais 54 milhões na safrinha. O Centro-Oeste é responsável por mais de 70% da produção na segunda safra. Temos um volume grande para trabalhar como matéria-prima para a produção de etanol, com possibilidade de expansão de oferta sem abrir novas áreas”.

Ele citou o benefício para outras cadeias produtivas como a florestal, com o uso do cavaco de madeira produzido a partir do eucalipto como suprimento de energia para as usinas de etanol de milho. As cadeias de proteína animal também poderão utilizar o DDG, ração proteica de alta qualidade resultante do processo para suplementação. “Hoje temos condições de ter uma complementaridade, sem haver competição, além de uma diversificação de mercado e agregação de valor”.

Avellar falou, ainda, sobre a importância do Renovabio, mas ressaltou que é preciso que o produtor rural participe da remuneração gerada pela emissão dos Certificados de Descarbonização (CBios) emitidos pelas usinas de etanol. “Os produtores ficarão mais incentivados a investir mais na sua atividade, contribuindo para uma produção mais sustentável e uma matriz energética nacional mais limpa e renovável”.

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