CNA levanta custos de produção da aquicultura no Paraná

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CNA levanta custos de produção da aquicultura no Paraná

Técnicos da CNA e da FAEP e a equipe do Pecege/Esalq concluíram os levantamentos de custos de produção de tilápia em tanque
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Técnicos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) e a equipe do Pecege/Esalq concluíram os levantamentos de custos de produção de tilápia em tanque escavado nos municípios de Palotina e Toledo, no Paraná.

Produtores, representantes de sindicatos rurais, técnicos de assistência, representantes de cooperativas e extensão rural participaram dos levantamentos das informações nos painéis do Projeto Campo Futuro da CNA.

De acordo com a assessora técnica da Comissão Nacional de Aquicultura da CNA, Lilian Figueiredo, nos municípios de Palotina e Toledo foi constatado que a aquicultura vem se desenvolvendo bastante, principalmente pela presença de duas fortes cooperativas no estado, a C. Vale e a Copacol, o que fez com que mais produtores entrassem no negócio visando abastecer estas indústrias.

“Apesar do rápido crescimento da atividade na região, hoje os produtores enfrentam grandes problemas com a queda no preço de venda da tilápia, que até o ano passado chegava a R$ 4,40/kg e hoje não passa de R$ 4,00/kg, independente se é vendido diretamente ao mercado ou para as cooperativas, sem o processo de integração”.

Segundo a assessora, dados preliminares indicam que neste preço de venda, a renda do produtor fica prejudicada e são necessárias medidas para reduzir o custo operacional, como a compra conjunta de ração por um melhor preço e intensificação no manejo dos animais, o que pode refletir em uma melhor conversão alimentar.

“A região é caracterizada pelo policultivo. As propriedades não são exclusivas para o cultivo de tilápia. Muitas produzem aves, suínos e soja ou milho como atividades complementares e isso pode justificar a permanência da tilápia na propriedade, mesmo com o atual baixo preço de venda”, explicou Lilian.

Estes foram os últimos painéis de aquicultura de 2018. Os técnicos já passaram por Mato Grosso e Tocantins.

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