Combate à aftosa terá R$ 65,3 milhões em 2005

Agronegócio

Combate à aftosa terá R$ 65,3 milhões em 2005

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento dará total prioridade à erradicação da febre aftosa do território nacional em 2005. Neste ano, o ministério terá R$ 65,3 milhões para custear e investir em ações de combate à doença nas 27 unidades da federação. O volume de recursos é 114% superior aos R$ 30,5 milhões destinados pelo governo federal às ações em 2004.

"A vacinação é a única forma de eliminar a febre aftosa no Brasil. Por isso, é muito importante que todos os animais sejam imunizados", diz o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues. "Estamos em guerra contra a aftosa". Rodrigues lembra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez recentemente um apelo pessoal a todos os presidentes da América do Sul para ampliar o combate à doença em todo o continente.

A prioridade no combate à aftosa pode ser medida pelo volume de recursos destinado pelo governo federal a essas ações no ano passado. O Ministério da Agricultura repassou R$ 14,975 milhões de seu orçamento aos órgãos estaduais executores das ações de defesa agropecuária para combater a aftosa. Os esforços foram concentrados nas regiões Norte e Nordeste, segundo um acordo unânime feito pelos secretários de Agricultura de todos os estados, em abril de 2004, durante reunião na Agrishow de Ribeirão Preto (SP).

Mas, além disso, o presidente Lula decidiu pessoalmente destinar mais R$ 44 milhões do orçamento do governo federal, por meio de uma Medida Provisória, para ações de defesa agropecuária. Desse total, R$ 15,515 milhões foram investidos na erradicação da aftosa em todos os estados do Centro-Sul do país.

A Secretaria de Defesa Agropecuária terá um orçamento de R$ 161 milhões para todas as suas ações em 2005 - um acréscimo de 44% sobre 2004. No ano passado, os recursos chegaram a R$ 112 milhões, entre orçamento e verbas extraordinárias. O ministério terá um orçamento global de R$ 845 milhões para 2005. Além disso, o ministério gastará R$ 73 milhões em dívidas, R$ 49 milhões em subvenções e outros R$ 2,042 bilhões na formação dos estoques estratégicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).


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