Começa nesta terça (1º) a segunda etapa da campanha contra a aftosa em 22 estados e no DF

Agronegócio

Começa nesta terça (1º) a segunda etapa da campanha contra a aftosa em 22 estados e no DF

Bovinos e bubalinos devem ser imunizados até o dia 30 deste mês, alerta o Mapa
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Produtores de 22 estados e do DF devem vacinar bovinos e bubalinos contra a febre aftosa até o final deste mês. A segunda etapa da campanha, coordenada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), começou nesta terça-feira (1º) e estende até 30 de novembro.  A estimativa do Departamento de Saúde Animal do Mapa é que 150 milhões de cabeças sejam imunizados contra a doença nesta fase.

A vacinação é obrigatória para os animais de todas as idades no AC, AL, AM, CE, ES, MA, MT, PA, PB, PR, PE, PI, RN e SP. Já em MG, RJ, MS (exceto Pantanal), BA, GO, RS, SE, TO e DF apenas os animais até 24 meses de idade devem ser imunizados.

O produtor é responsável tanto pela compra da vacina quanto pela aplicação da dose. Quem não imunizar o rebanho está sujeito a multa. O valor varia de acordo com a unidade da Federação. Em Minas Gerais, a multa por animal não vacinado é de R$ 75,25. O criador que aplicou a vacina e não fez a declaração ao órgão estadual de defesa agropecuária também pode ser multado. Em Minas, o valor hoje é de R$ 15,05 por animal.

Plano nacional
A vacinação faz parte do Plano Nacional de Prevenção e Erradicação de Febre Aftosa, coordenado pelo Mapa, que tem como estratégia principal a implantação progressiva e a manutenção de zonas livres da doença, de acordo com as diretrizes da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

Santa Catarina é área livre da doença sem vacinação. Já os estados reconhecidos como livres de aftosa com vacinação são AL, CE, MA, PB, PE, PI, RN, SE, TO, RS, PR, RO, AC, ES, MG, RJ, SP, MS, GO, DF, BA, MT e região norte do PA. No Amazonas, apenas os municípios de Guajará, Boca do Acre e parte de Lábrea e Canutama têm o mesmo status. O restante do Amazonas, Roraima e Amapá não são zonas livres da doença, mas estão desenvolvendo ações para reverter o quadro.


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