Como promover educação ambiental nas escolas

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Como promover educação ambiental nas escolas

Exemplos de ações educativas que incentivam a melhoria dos hábitos alimentares aliadas à capacitação de agentes multiplicadores
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Exemplos de ações educativas que incentivam a melhoria dos hábitos alimentares aliadas à capacitação de agentes multiplicadores

De acordo com a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), a Educação Ambiental é obrigatória em todos níveis de ensino, mas não como disciplina à parte, pois é entendida como um processo para construir valores sociais, conhecimentos, atitudes e competências visando à preservação do meio ambiente.

O programa Prosa rural desta semana apresenta as ações de Educação Ambiental que a Embrapa Amazônia Oriental (Belém/PA) vem desenvolvendo junto às escolas da região. A iniciativa tem garantido bons resultados.

Por meio do projeto “Escola Ambiental”, vários estudantes e a comunidade do entorno da escola são capacitados sobre a temática ambiental, conhecendo tecnologias desenvolvidas pela Embrapa e ações para melhoria da qualidade de vida da população local.

“Espera-se que as ações de Educação Ambiental contribuam para redução do impacto ambiental - tanto pela redução de lixo como pela não destruição da biodiversidade, melhoria da qualidade de vida dos alunos, formação de cidadãos ambientalmente conscientes, gestão adequada dos resíduos e um maior intercâmbio de conhecimento entre a Embrapa e a escola”, afirma Daniel Silva, analista da Área de Negócios Tecnológicos da Embrapa Amazônia Oriental, responsável pelo trabalho.

Ele explica que, no Pará, o projeto possui duas vertentes: a Educação Ambiental e a Segurança Alimentar. Por meio da Educação Ambiental são realizadas palestras, oficinas, seminários e semanas acadêmicas sobre os mais variados temas, além de ações de iniciação científica voltadas para o meio ambiente. Já em relação à Segurança Alimentar, são introduzidas nas áreas das escolas, cultivares e técnicas de cultivo geradas pela Embrapa por meio de ações e mecanismos de Transferência de Tecnologia.

Para o professor Durval França, da Fundação Escola Bosque, a iniciativa tem garantido uma postura positiva da comunidade escolar, pois o trabalho é realizado de forma conjunta. “Tanto os professores quanto os estudantes e seus familiares aprendem com o trabalho”.

Já para a estudante do Ensino Médio Lorena Souza, o trabalho possibilitou a melhor percepção sobre a importância de se separar o lixo e dar o destino adequado aos produtos. “Depois que participei da identificação dos produtos sólidos do lixo, comecei a perceber essa importância”, diz ela, entusiasmada com o resultado em sua escola.

Responsável: Kátia Pimenta
Email: katia@cpatu.embrapa.br
Unidade: Embrapa Amazônia Oriental

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