Conheça os cuidados na aplicação de defensivos hormonais
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Imagem: AgrolinkFito
BOAS PRÁTICAS

Conheça os cuidados na aplicação de defensivos hormonais

Atenção às condições climáticas e necessidade de treinamento são medidas obrigatórias

A Farsul destaca a importância dos cuidados necessários na aplicação dos herbicidas hormonais neste momento de preparo do solo e tratos culturais para a semeadura das culturas de verão. A entidade lembra que o uso dos produtos deve ser realizado de acordo com as diretrizes estabelecidas nas Instruções Normativas SEAPDR nº 05, 06 e 09, publicadas em 2019. E, também, reforça a necessidade da adoção de boas práticas agrícolas.

Conforme o regramento estipulado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seadpr), somente é permitida a aplicação dos produtos respeitando condições meteorológicas como ventos com velocidade inferior a 10km/h, umidade relativa do ar superior a 55% e temperatura ambiente menor que 30ºC. Para a aplicação, também é exigido equipamento adequado conforme orientações do fabricante do produto químico.

Outro ponto importante é que, naqueles municípios identificados na IN 06, a aplicação só pode ser feita por aplicadores cadastrados junto a Seadpr após realização de treinamento específico. Esse curso deve ter carga horária mínima de 16 horas, entre aulas teóricas e práticas, com conteúdo descrito na IN, com certificado válido pelo prazo máximo de cinco anos. O cadastro será efetuado no Sistema de Defesa Agropecuária (SDA), da Secretaria, ou comparecendo à Inspetoria de Defesa Agropecuária. O Senar-RS informa que entre abril de 2015 e abril de 2020, capacitou mais de 28 mil pessoas no Rio Grande do Sul por meio do curso Aplicação Correta e Segura de Defensivos Agrícolas - NR-31.

O coordenador da Comissão do Meio Ambiente da Farsul, Domingos Lopes, lembra que a normatização para uso dos defensivos hormonais é resultado de uma longa construção envolvendo a Farsul, representando os produtores, a Seadpr, Ministério Público e demais entidades ligadas ao setor. Ele salienta que, além dos problemas de deriva gerados por aplicações fora das condições meteorológicas adequadas, também há o reflexo econômico, pois há o desperdício dos produtos que são importados, impactando nos custos de produção.


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