Contratos futuros do açúcar iniciam a semana em queda com preocupações de uma desaceleração econômica mundial
CI
Imagem: Pixabay
AGRONEGÓCIO

Contratos futuros do açúcar iniciam a semana em queda com preocupações de uma desaceleração econômica mundial

Em Londres o açúcar branco fechou em baixa em todos os vencimentos
Por:

Os contratos futuros do açúcar fecharam na segunda-feira (29) em baixa nas bolsas internacionais refletindo uma preocupação global com a nova variante do coronavírus (ômicron), que pode influenciar na demanda de energia e do próprio açúcar. No vencimento março/22 da ICE Future de Nova York, o açúcar bruto foi negociado a 19,19 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 16 pontos no comparativo com os preços praticados na sexta-feira (26). Já a tela maio/22 caiu 14 pontos, negociada a 18,80 cts/lb. Os demais contratos fecharam no vermelho entre 4 e 13 pontos.

Segundo analistas ouvidos pela Agência Reuters, "o açúcar não estava imune à queda no petróleo ou à fuga para a segurança e saída dos especuladores", disse um corretor dos Estados Unidos.

Ainda segundo a Agência Internacional de Notícias, os preços do petróleo se recuperaram um pouco nesta segunda-feira, mas perderam muito no final da semana passada. "Os preços mais fracos da energia podem impulsionar a produção de açúcar no Brasil, um dos maiores produtores".

Açúcar branco

Em Londres o açúcar branco também fechou em baixa em todos os vencimentos. O contrato para março/22 foi firmado em US$ 497,70 a tonelada, recuo de 3,70 dólares no comparativo com a sessão anterior. Já a tela maio/22 retraiu 4 dólares, negociada a US$ 495,60 a tonelada. Os demais lotes recuaram entre 2,90 e 6,50 dólares.

Açúcar cristal

No mercado doméstico a segunda-feira também foi de baixa para o açúcar cristal medido pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada a R$ 153,56, contra R$ 154,05 de sexta-feira (26), desvalorização de 0,32%.

Etanol hidratado

Já o etanol hidratado fechou em leve alta nesta segunda-feira após 16 dias seguidos em queda. Ontem, o biocombustível foi negociado pelas usinas, no Indicador Diário Paulínia, a R$ 3.589,50 o m³, alta de 3 reais, ou 0,08% no comparativo com os preços de sexta-feira.


Atenção: Para comentar nesta página é necessário realizar o seu cadastro gratuíto ou entrar.
  • Clicar no botão Entrar caso já possua cadastro no Agrolink
  • Se não tiver cadastro ainda em nosso site Cadastre-se gratuitamente e terá acesso a conteúdos exclusivos
  • Clique aqui todas as vantagens de fazer seu cadastro no Agrolink

Usamos cookies para armazenar informações sobre como você usa o site para tornar sua experiência personalizada. Leia os nossos Termos de Uso e a Privacidade.