Controle de helmintos em equinos é tema de estudo da Ourofino

Agronegócio

Controle de helmintos em equinos é tema de estudo da Ourofino

Resumo demonstra a eficiência da associação de abamectina e praziquantel no tratamento de verminose em American Miniature Horses
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Com o intuito de levar ao campo resultados e informações atuais sobre a utilização de produtos, subsidiando os criadores com melhores práticas, o departamento técnico da Ourofino Saúde Animal faz diversas parcerias com pesquisadores da área. Os resultados obtidos são apresentados ao setor, e o último estudo publicado trata a “Eficácia anti-helmíntica da abamectina associada ao praziquantel em American miniature horses”.
 
O trabalho avaliou o vermífugo Aba Gel Composto da Ourofino e constatou que a solução é 100% eficaz no controle de helmintos. O antiparasitário de amplo espectro com vitamina E demonstrou ser uma escolha assertiva para o manejo sanitário de American Miniature Horses.

“Os helmintos podem tanto causar um pequeno desconforto abdominal quanto levar à morte do animal. Outros sinais clínicos são queda no desempenho atlético e anemia. Para prevenir e eliminar a verminose é importante realizar um programa de controle específico para cada propriedade, bem como diagnóstico das condições de manejo antes de instituir o calendário sanitário”, orienta Raquel Albernaz, especialista técnica da Linha Equinos da Ourofino.

O estudo foi apresentado, em primeira mão, na XVII Conferência Anual da Abraveq e, agora, a proposta é levar o conhecimento para os profissionais do mercado veterinário, além dos próprios criadores. No trabalho, foram avaliados 41 animais adultos, machos e fêmeas, de diferentes idades, com peso médio de 93kg e que estavam há mais de seis meses sem receber qualquer tipo de medicamento anti-helmíntico.

Todos foram tratados com 200 µg/kg de abamectina e 2,5 mg/kg de praziquantel (Aba Gel Composto). A média de OPG (contagem de ovos por grama de fezes) antes do tratamento era de 1.285 e reduziu a zero após a aplicação dos medicamentos associados, demonstrando eficácia de 100%.

No Brasil, o controle dos helmintos em equinos sustenta-se no tratamento supressivo, caracterizado pelo curto intervalo entre o uso de antiparasitários, o que elimina o parasita do hospedeiro antes que esse complete seu ciclo de vida. Apesar de eficaz ao que se propõe, a prática pode causar o aparecimento da resistência parasitária, situação que não é observada com a associação de abamectina e praziquantel.

Raquel explica que “a resistência parasitária pode acontecer em propriedades que não fazem o calendário estratégico de rotação de princípios ativos ou que utilizam doses ineficazes do produto. Nesses casos, é importante acompanhar e monitorar o ambiente pelo exame de OPG. Essa ferramenta diagnóstica permite propor novas estratégias de controle de parasitas”.

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