Crescimento global preocupa antes de reuniões EUA-China

GUERRA COMERCIAL

Crescimento global preocupa antes de reuniões EUA-China

“Com semanas para o fim do praz o de acordo, a possibilidade de trégua se intensifica"
Por: -Leonardo Gottems
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Economistas do mundo inteiro afirmam que preocupações com o crescimento global estão pesando à medida que as reuniões entre os Estados Unidos e a China se aproximam. De acordo com Mihir Kapadia, CEO e fundador da Sun Global Investments, é preciso pensar nos possíveis benefícios em que um acordo entre os dois países renderia. 

“As preocupações com o crescimento global pesaram sobre os mercados acionários, à medida que os investidores voltam sua atenção para os possíveis desenvolvimentos no atual conflito comercial EUA-China. Após o feriado de uma semana para o Ano Novo Lunar, as ações na China reabriram para negociar mais alto, com os investidores antecipando a próxima rodada de reuniões entre autoridades americanas e chinesas para discutir o comércio em Pequim”, comenta. 

No entanto, o principal consultor econômico do presidente Donald Trump, Larry Kudlow, disse que as reuniões ainda estão em andamento e devem ocorrer ainda este mês. Nesse contexto, essa reunião tornou-se crítica para os dois países pois a guerra comercial ainda está em curso, no dia 1º de março, expira a trégua que foi estabelecida no ano passado. 

“Com semanas para o fim do prazo, a possibilidade de trégua do conflito comercial entre os dois países se intensifica novamente, os investidores estão esperando para avançar no sentido de um acordo, mas são cautelosos após a decepcionante falta de progressos até agora”, indica. 

Além disso, as preocupações com o crescimento global pesaram sobre as ações europeias após o rebaixamento do crescimento da zona do euro na semana passada pela Comissão Europeia, mas a perspectiva de progresso nas conversações comerciais EUA-China ajudou os índices de ações a avançarem. “Com os dados econômicos da Alemanha esperados para o fim da semana, e o resultado das conversações entre EUA e China provavelmente pesará sobre os mercados, os investidores estarão atentos a quanto mais o crescimento global deverá desacelerar e seguirão de perto os desenvolvimentos”, conclui. 


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