CTNBio aprova nova modificação genética em variedade de cana do CTC

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CTNBio aprova nova modificação genética em variedade de cana do CTC

Tecnologia será a segunda variedade de cana geneticamente modificada da empresa
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A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) publicou aprovação do uso comercial do segundo evento de modificação genética em cana-de-açúcar desenvolvida pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC). A CTC9001BT, resistente a broca da cana (Diatraea saccharalis), vem ampliar o portfólio da empresa em soluções para o controle da principal praga que afeta as lavouras no Brasil, com prejuízos que chegam a R$ 5 bilhões por ano, devido a perdas de produtividade agrícola e industrial, qualidade do açúcar e custos com inseticidas.

“A variedade CTC9001 convencional tem sido uma das mais plantadas no Brasil. A modificação genética realizada tornando-a resistente a broca trará enorme benefício para nossos clientes.”, afirma Viler Janeiro, diretor de Assuntos Corporativos do CTC. A publicação ocorreu na semana passada.

Além dos ganhos econômicos, com melhor produtividade e qualidade do açúcar, estudos de processo provaram que o açúcar e o etanol obtidos a partir da cana Bt são idênticos aos produtos derivados de cana convencional. Estudos adicionais mostraram ainda que tanto o gene Bt como a proteína são completamente eliminados nos derivados de cana-de-açúcar durante o processo de fabricação. Ainda, estudos ambientais não constataram quaisquer efeitos negativos relacionados à composição do solo, à biodegradabilidade da cana GM ou às populações de insetos, exceto às pragas alvo (principalmente broca).

Ainda de acordo com Viler, o desenvolvimento e aprovação desta nova variedade é uma importante conquista para o CTC e para o setor sucroenergético brasileiro.

Sobre o Centro de Tecnologia Canavieira

O CTC – Centro de Tecnologia Canavieira (Bovespa Mais: CTCA3) é uma empresa 100% nacional com foco em pesquisa, desenvolvimento e comercialização de variedades de cana-de-açúcar e outras tecnologias disruptivas. Tem como acionistas o BNDESPar e os principais grupos do setor sucroenergético, representando mais de 60% da produção de açúcar e etanol do Brasil.

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