Defesa Civil reconhece situação de emergência em Mato Grosso devido seca

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Defesa Civil reconhece situação de emergência em Mato Grosso devido seca

A Defesa Civil reconheceu situação de emergência em 15 cidades atingidas pela seca e estiagem.
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A Defesa Civil reconheceu situação de emergência em 15 cidades atingidas pela seca e estiagem. Em Mato Grosso foram reconhecidas as cidades de Água Boa, Cláudia e Querência. No Estado o stress hídrico provocou cerca de 9 milhões de toneladas de perdas somente entre a soja e o milho. Culturas como feijão e algodão também tiveram quebras.

O déficit pluviométrico no Estado foi provocado pela presença do fenômeno El Niño entre 2015 e o primeiro semestre de 2016, praticamente.

O reconhecimento de situação de emergência nas três cidades mato-grossenses consta na Portaria nº 175 da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, ligada ao Ministério da Integração Nacional, e que foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) que circula nesta sexta-feira, 23 de setembro.

Conforme a Portaria, tiveram situação reconhecida também as cidades de Ibitiara, Irecê, Riacho de Santana e Rio Antônio no estado da Bahia, Barra de São Francisco no Espírito Santo, além das cidades de Minas Gerais de Francisco Badaró, Itaobim e Jenipapo de Minas. No Sergipe foram reconhecidas as cidades de Frei Paulo, Itabi, Macambira e Nossa Senhora Aparecida.

De acordo com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), cerca de 26 municípios mato-grossense sofreram com stress hídrico. 

Este mês o Governo de Mato Grosso homologou decreto de "Situação de Emergência" homologados os municípios de Água Boa, Cláudia, Novo São Joaquim e Querência. Os decretos, assinados pelo governador Pedro Taques, possuem vigência de 90 dias, podendo ser prorrogados para mais 90 dias.

Em Mato Grosso, a quebra na soja foi de aproximadamente 1 milhão de toneladas e estima-se que cerca de R$ 1 bilhão tenham deixado de circular no Estado. Na cultura de milho o resultado foi 7,2 milhões de toneladas a menos que colhido na safra 2014/2015, o que levou a aproximadamente R$ 2,470 bilhões deixarem de circular.

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