Dia de Campo na Embrapa Arroz e Feijão aborda sistema de integração ILP Prato Feito
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Imagem: Divulgação
EVENTO

Dia de Campo na Embrapa Arroz e Feijão aborda sistema de integração ILP Prato Feito

O Dia de Campo foi realizado em três estações
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A Embrapa, o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) e a EMATER-Goiás realizaram Dia de Campo no dia 22 de março, na fazenda Capivara, sede da Embrapa Arroz e Feijão em Santo Antônio de Goiás. Com o tema “As Tecnologias para Captura de Carbono e Produção de Grãos – Sistema ILP Prato Feito: Feijão, Arroz e Bife”, o evento foi uma ação do Governo do Reino Unido, por meio do Fundo Clima do DEFRA (relativo britânico ao Ministério da Agricultura); com o Projeto Rural Sustentável (PRS) Cerrado; o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); e o MAPA, com apoio do IABS e a Rede Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF). O centro de pesquisa de arroz e feijão, por meio do Projeto IntegraC, assumiu a coordenação científica e o suporte local.
(Acesse o link para mais informações sobre o IntegraC).

O Dia de Campo foi realizado em três estações, divididas em subtemas que compõem o Projeto, apresentados pelos pesquisadores e analistas da Embrapa Arroz e Feijão. Na primeira, Dra. Beata Madari e Dra. Mellissa Soler falaram sobre “Balanço de carbono e fertilidade do solo no sistema”, com a colaboração da aluna do Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PPGA) da UFG, Nwaiwu Chinelo Jennifer, orientada por Beata Madari (ela está entre oito estudantes nigerianos do PPGA com orientadores da Unidade). A segunda estação ficou a encargo do Dra. Mábio Lacerda e da MsC. Fernanda Mara (Embrapa Gado de Leite), tratando de “Manejo de braquiária e das cultivares de arroz e feijão no sistema de integração”. O último assunto, abordado na terceira estação, foi “Manejo de bioinsumos e efeitos sobre produtividade e intensidade de emissão no sistema”, pela Dra. Marta Cristina Filipi, Dra. Raquel de Mello, pelo Dr. Enderson Petrônio e a Dra. Márcia Thaís Carvalho, esta última, líder do Projeto.

A participação, as críticas e sugestões de atores que estejam na linha de frente, junto aos produtores, é de suma importância para aperfeiçoamento do projeto, aumentando a probabilidade de adoção do sistema. Por isso, o público alvo foram os técnicos do Senar-Goiás e da EMATER, instituições com inúmeras ações em colaboração com a Embrapa em benefício da Agropecuária regional e de todo o país.  Além de Nwaiwu Jennifer, os estudantes bolsistas do Projeto IntegraC, do da Embrapa Arroz e Feijão e da UFG, Wbegne Freitas, Wilker Araújo, Matheus Siqueira, Gabriel Lima, Luciany Campos e Atos Dering participaram e colaboraram como monitores durante o Dia de Campo.

O título do evento foi “Mulheres no Campo: Inovando com Sustentabilidade”, como uma oportunidade de celebrar junto a elas a passagem, em 8 de março, do dia internacional em sua homenagem. Além do corpo de técnicos que conduziu as palestras, majoritariamente feminino, as Instituições que se fizeram presentes também enviaram representantes mulheres de seus grupos diretivos. Pelo IAPS, falou Josyany Duarte Mendes, coordenadora estadual do PRS, em seguida, falou Daniella Garcia, zootecnista, coordenadora da regional Emater-Goiás de Caiapó. Representando a Embrapa Arroz e Feijão no evento, estavam as chefe-Adjunta de Transferência de Tecnologia e P&D, Roselene Chaves e Ana Luiza Borin, respectivamente. Concluindo as falas de abertura, Márcia Thaís falou sobre um pouco sobre o que seria apresentado do projeto e agradeceu a presença de todos.

Após as apresentações iniciais, o pesquisador Pedro Machado, responsável pelo cerimonial do Dia de Campo, alertou aos presentes sobre o uso das máscaras e convidou-os a seguirem para as estações predefinidas. O evento foi uma das ações previstas na atividade - Transferência de Tecnologias para uma Agricultura de Baixa Emissão de Carbono, contempladas pelo Projeto Integra C, representando também sua conclusão. O tema já foi trabalhado anteriormente, por meio do PECUS, do FLUXUS, e do Carbioma, e não se interrompem com o término dos trabalhos atuais. Conclui-se esse e abre-se espaço para o projeto SENSE, que envolve Institutos de pesquisa da Escócia, Holanda, Alemanha, Itália, Argentina, Uruguai e Nova Zelândia, sob a coordenação no Brasil por Beata Madari (saiba mais sobre o SENSE).


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