DuPont Qualidade da Matéria-Prima é apresentado em Ribeirão Preto
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Agronegócio

DuPont Qualidade da Matéria-Prima é apresentado em Ribeirão Preto

Evento começou nesta manhã, no Hotel Stream Palace
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Evento começou nesta manhã, no Hotel Stream Palace

Ribeirão Preto (SP) – Cerca de 100 profissionais da cadeia produtiva da cana-de-açúcar reúnem-se nesta quinta-feira (18), na cidade de Ribeirão Preto, a convite da DuPont Produtos Agrícolas. A companhia patrocina a vinda de especialistas à capital nacional do agronegócio para abordar o Programa Qualidade da Matéria-Prima. Apoiada em técnicas de manejo fitossanitário, a iniciativa da DuPont visa a melhora na qualidade da matéria-prima nas usinas e fornecedores e ganhos na produção de açúcar e etanol.


A abertura está marcada para as 10h00, no hotel Stream Palace, com a presença do gerente de marketing da DuPont, Manoel Pedrosa. Na sequência, o engenheiro Luis Cláudio Inácio da Silveira, da RIDESA – Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroenergético -, coordenará a apresentação intitulada Manejo de variedades de cana-de-açúcar.

Às 11h45, o coordenador de marketing da DuPont, Ivan Jarussi, focalizará o tema Curavial®: maturador da cana-de-açúcar. Às 15h30, o mesmo especialista tratará do controle da broca com seletividade, com ênfase no produto Altacor™.

São ainda destaques da programação o engenheiro Wellington Pereira Alencar de Carvalho, da UFLA – Universidade Federal de Lavras -, que conduzirá, às 14h, o painel Tecnologia da aplicação aérea em cana-de-açúcar e cuidados operacionais e o pesquisador do IAC – Instituto Agronômico de Campinas, Alvaro Sanguino. Este encerrará o evento, às 16h30, com a palestra Doenças que alteram a qualidade da matéria-prima.


“A qualidade da matéria-prima é fundamental no atual estágio da cadeia produtiva, pois influenciará diretamente nos resultados das usinas”, assinala Manoel Pedrosa, gerente de marketing da DuPont. “Sabemos que a recuperação da produtividade não apresenta a velocidade que as usinas e fornecedores gostariam, pois depende de investimentos em plantio, renovação e expansão dos canaviais. Ao implantar uma estratégia eficiente de manejo fitossanitário, as empresas obterão mais açúcar por hectare e poderão compensar perdas”, acrescenta.

De acordo com o gerente, a doença ferrugem alaranjada e o controle da broca exigem atenção da cadeia produtiva nesta etapa final da safra, dadas as condições climáticas e outros fatores.

Além do controle de pragas, Pedrosa acredita que o uso do maturador também poderá ajudar usinas e fornecedores a obter ganhos na qualidade da matéria-prima. Esse produto, explica o gerente, uma vez aplicado, permite antecipar a colheita da cana, mesmo diante da incidência de chuvas.


Segundo Pedrosa, o maturador Curavial®, marca da companhia que está no mercado há dez anos, é a tecnologia que resulta em maior velocidade de ação entre a aplicação e a colheita. “Se aplicado no final da safra, o produto contribui para que a cana não tenha perdas de sacarose com a chegada das chuvas”, exemplifica.

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