Emater/RS promove curso profissionalizante para jovens viticultores
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Imagem: Arquivo Agrolink
EVENTO

Emater/RS promove curso profissionalizante para jovens viticultores

Emater/RS-Ascar retomou nesta quarta-feira o Curso Profissionalizante em Viticultura para Jovens
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Com uma turma de 19 jovens de Nova Roma do Sul, a Emater/RS-Ascar retomou, nesta quarta e quinta-feira (30 e 31/03), o Curso Profissionalizante em Viticultura para Jovens. Depois de uma pausa de dois anos devido à pandemia, essa é a terceira edição da capacitação, que iniciou em 2018. Neste primeiro módulo, as aulas acontecem no Centro de Treinamento de Agricultores de Nova Petrópolis (Cetanp), para que o grupo possa se conhecer e se integrar.

Os próximos cinco módulos do curso, de um dia cada, serão realizados em propriedades dos jovens participantes. "Teremos 70% das aulas com desenvolvimento de práticas, onde os próprios alunos, após explanação e demonstração, irão treinar visando à capacitação efetiva", explica o extensionista da Emater/RS-Ascar, Enio Todeschini, que é um dos instrutores.

O curso vai abordar a fisiologia vegetal, escolha e preparo do solo, correção da acidez e fertilidade, plantio correto da muda, tipos de enxertias, construção de estruturas do vinhedo, condução e manejo das plantas, identificação e controle de pragas e doenças, irrigação e fertirrigação, manejo das plantas em ambiente protegido, colheita e vinificação.

Um segundo curso irá iniciar na semana que vem (07 e 08/04), com a participação de 20 jovens de Garibaldi, e um terceiro nos dias 13 e 14 de abril, para 22 jovens de Monte Belo do Sul.

Conforme Todeschini, a escolha dos jovens nos municípios foi feita pelos escritórios municipais da Emater/RS-Ascar, com auxílio de entidades parceiras, e se baseou em três fatores: serem jovens (não necessariamente de idade), terem a viticultura como uma das principais atividades da propriedade e apresentarem tendência para a sucessão rural.

O viticultor Fábio Colferai, de Nova Roma do Sul, é um dos participantes. Ele conta que cresceu embaixo dos parreirais. "A gente tem uma renda boa e uma vida boa na colônia com a viticultura, então eu permaneci, nós investimos, é um serviço bom, eu faço o que eu gosto", diz o agricultor, que já incentiva os filhos pequenos na expectativa de uma futura sucessão.

Empolgado com o curso, ele afirma que a perspectiva é ampliar os conhecimentos para poder aplicar na propriedade, tendo mais segurança na atividade e fazendo tudo da maneira correta, como por exemplo, em relação ao uso de agrotóxicos e suas carências. "É muito bom porque nós vamos conseguir fazer cada atividade na sua época. Na época da poda nós vamos fazer a aula sobre a poda, na época dos tratamentos fitossanitários nós vamos estudar sobre isso, é um curso amplo, que abrange todo percurso do ano vitícola, é muito bom", avalia.
 


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