Embrapa desenvolve estudo em parceria com o Cirad na França
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Agronegócio

Embrapa desenvolve estudo em parceria com o Cirad na França

Parceria estuda os mutantes de arroz através de análise molecular e fenotipica em comparação com trigo
Por: -Admin

O Brasil é destaque no cenário agrícola mundial, impulsionado pela adoção de tecnologias modernas e ousadas, desenvolvidas, principalmente, pela pesquisa agropecuária. A Embrapa está entre as instituições científicas brasileiras que serviram de base para a consolidação da moderna agricultura do país.

A Embrapa Trigo, de Passo Fundo (RS), por exemplo, possui uma estrutura capaz de manter competitiva a pesquisa em cereais de inverno no Brasil, gerando soluções que atendam a demandas atuais e futuras. Para isso, a empresa inova anualmente sua conexão internacional e, envia pesquisadores para intercâmbios de conhecimentos ao exterior.

A pesquisadora Ana Lídia V. Bonato, que atua na área de Genética Molecular, está em Montpellier, na França, participando de um programa de estudos proporcionado pela Embrapa. Ela encontra-se junto ao Agricultural Research Centre for International Development (Cirad), onde as pesquisa são voltadas aos países em desenvolvimento, espécies tropicais e sub-tropicais.

Conforme a doutora Bonato, os objetivos de sua viagem são a participação em treinamentos e a realização de atividades de pesquisa que fazem parte das ações do projeto: "Genomica funcional de espécies relacionadas à resistência a doenças fúngicas em arroz e trigo" (Cerealimmunity). Este projeto é integrante do "Generation Challenge Program" (GCP), uma rede de pesquisa que utiliza a biologia avançada para o desenvolvimento de técnicas a serem aplicadas em países como o Brasil.

Uma das estratégias deste programa, segundo a pesquisadora, é o intercâmbio entre laboratórios avançados e parceiros de outros países para assegurar que a pesquisa gerada pelo GCP tenha impacto por um longo período e com continuidade.

Sobre as atividades de pesquisa em andamento em Montpellier/França, Bonato conta que estas,estão relacionadas com estudos de mutantes de arroz, através de análise molecular e fenotipica em comparação com trigo, envolvendo reações das plantas com a inoculação de patógenos que causam ferrugem da folha e brusone, para validar genes de resistência não hospedeira. As informações são da assessoria de imprensa da Embrapa Trigo.


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