Embrapa verde está em pauta
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Agronegócio

Embrapa verde está em pauta

Empresa foi escolhida mais uma vez como a principal empresa do agronegócio brasileiro pelo Prêmio DCI
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Com planos de criar unidade de pesquisa voltada a ações de sustentabilidade ambiental e social, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) foi escolhida mais uma vez como a principal empresa do agronegócio brasileiro pelo Prêmio DCI.

Criada em março de 1973, dado o crescimento acelerado da população brasileira, e a dependência crescente das importações, a Embrapa conseguiu em 38 anos fazer com que a produtividade de grãos produzidos crescesse mais de 158%, enquanto a área recebeu um incremento de apenas 31%.

"Agora estamos em uma fase muito diferente de quando a Embrapa foi criada há 38 anos. Naquele momento o Brasil precisava produzir alimentos como arroz e feijão, pois a ideia era ampliar a produção dos alimentos necessários para o País, não para exportar - já que o Brasil basicamente importava quase tudo", explicou o executivo Pedro Arraes, presidente da entidade.

A Embrapa, que hoje possui unidades de pesquisa em praticamente todas as áreas da agropecuária, como Trigo, ou Milho e Sorgo, estuda agora criar a Embrapa Verde. "Daqui para a frente, além do pilar econômico, existe o pilar ambiental, e o social também. Estamos negociando um programa chamado de Embrapa Verde que é justamente para trabalharmos esses pilares de sustentabilidade, para garantir renda, porque sem renda não adianta trabalhar ambientalmente de forma correta", contou Arraes.

Além disso, o presidente da entidade contou que a Embrapa também está passando por um processo de organização de diversos portfólios de pesquisa já existentes, para identificar os gargalos atuais, e as apostas para o futuro. "Queremos identificar os gargalos que temos hoje, e quais seriam as áreas de futuro, como biotecnologia, nanotecnologia, toda a questão geoespacial para esse processo de agricultura de precisão, para uso dos insumos e dos recursos naturais. Então basicamente nossas linhas são essas, para atender a demanda futura do País", garantiu o presidente da empresa.

Por fim, Pedro Arraes comentou que em 2012 pretende fazer alguns workshops com grandes empresas do setor, para troca de informações e detalhamento de processos de gestão.

"No ano que vem estamos pensando em fazer alguns workshops com empresas como a Syngenta, a Embraer, ou a Petrobras, para que possamos trocar informações e saber como eles organizam o seu portfólio de projetos, seus recursos humanos, suas parcerias e por aí vai", adiantou ele.

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