Empresário do TO defende valorização do couro bovino
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Agronegócio

Empresário do TO defende valorização do couro bovino

É preciso valorizar essa preciosidade que o Tocantins produz, um couro de qualidade"
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A convite da Seagro – Secretaria da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário, o empresário José Donizette Andrian, do grupo Mariner, se reuniu com o secretário executivo da pasta, Ruiter Padua, para falar sobre o ‘Programa Novilho Precoce’ e outras melhorias de valorização do produto, incluindo a política de preço do couro bovino praticado no Tocantins. A reunião ocorreu na manhã dessa quarta-feira, 18, no gabinete da Secretaria.

Durante o encontro, o empresário contribuiu com diversas informações importantes para o Programa, reforçando a necessidade também de implantar políticas que reconheçam a qualidade do couro bovino do Tocantins, em função das pastagens e dos cuidados com o produto. “É preciso valorizar essa preciosidade que o Tocantins produz, um couro de qualidade, tão bom quanto o produto americano. Mas é preciso ter alguns cuidados devido aos estragos causados pela forma como é manejado o rebanho”, alertou o empresário.

Na ocasião, Andrian também cobrou algumas demandas, como a melhoria do acesso à fábrica de calçados do grupo, Calçados Tocantins e a Curtidora Tocantins, localizados no município de Colinas. Outra sugestão foi quanto à melhoria da qualidade da energia elétrica e o preço, alegando que atualmente paga-se três vezes mais caro pela energia no Tocantins do que no Estado de São Paulo.

De acordo com o empresário, o curtume tem capacidade para processar 2.500 couros por dia, mais em função das dificuldades com acesso, energia, entre outros, está processando apenas 1.200 couros e empregando 100 pessoas. Segundo ele, 60% do couro processado pelo grupo no Tocantins, é exportado para o Japão, por meio do curtume de São Paulo.

Para o secretário executivo da Agricultura, Ruiter Padua, o empresário tem desempenhado muito bem sua atividade no Estado, com uma fábrica dentro dos padrões normais das exigências ambientais. “Vamos repassar as solicitações do empresário e procurar os órgãos competentes por cada demanda apontada e descobrir o motivo da demora na resolução dessas questões”, assegurou Ruiter.


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