Entre as carnes, só a suína obteve bons resultados em agosto

Agronegócio

Entre as carnes, só a suína obteve bons resultados em agosto

Agosto garantiu que as três principais carnes exportadas pelo País registrassem variação positiva.
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Um agosto mais longo que o mês anterior (23 dias úteis, contra 21 dias úteis de julho passado) garantiu que as três principais carnes exportadas pelo País registrassem variação positiva nos três quesitos básicos, isto é, no volume, no preço médio e, por decorrência, na receita cambial.

Já em comparação a agosto do ano passado (que também teve 21 dias úteis, como julho último), os resultados deixam a desejar, pois houve perdas nos mesmos três quesitos. Exceto, é verdade, para a carne suína que, graças a um aumento de mais de 36% no volume exportado (e a despeito de um recuo de mais de 12% no preço médio), conseguiu obter uma receita cambial quase 20% superior à de um ano atrás.

Mas como, na média geral, o volume embarcado ficou 1,5% aquém do alcançado em agosto de 2015, enquanto o preço médio, ainda negativo, foi quase 2% menor, a receita cambial somada das três carnes no oitavo mês de 2015 registrou queda anual de 6,3%. 

No acumulado dos oito primeiros meses de 2016, as exportações das três carnes aumentaram perto de 10% em relação a idêntico período do ano passado, somando pouco mais de 3,860 milhões de toneladas.

Nesse total, a carne de frango tem participação de 70,24% (quase 2,712 milhões/t, 6% de aumento). A bovina, de 19,12% (738,1 mil/t,10% de aumento). E a carne suína, de 10,65% (411 mil/t, 41% de aumento).

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