Espaço Negócios da Embrapa na Tecnoshow Comigo 2014
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Agronegócio

Espaço Negócios da Embrapa na Tecnoshow Comigo 2014

Tecnoshow Comigo ocorre entre os dias 07 a 11 de abril
Por:
Este ano a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa (vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) se apresenta na Tecnoshow Comigo em Rio Verde (Goiás), com uma novidade da Embrapa Produtos e Mercado. Trata-se do Espaço Negócios destinado à articulação sobre parcerias e atendimento aos visitantes interessados na aquisição de produtos com tecnologia Embrapa.
 
As tecnologias que serão promovidas no Espaço Negócios são o tomate BRS Sena as forrageiras BRS Zuri, BRS Piatã, BRS Paiaguás e BRS Mandarim; as cultivares de feijão BRS Notável e BRS Realce, as de arroz BRS Tropical, BRS Esmeralda, BRS Serra Dourada. 
 
Outros produtos, como as cultivares de feijão BRS Estilo e BRS Ametista; as de algodão BRS 369RF, BRS 370RF, BRS 371RF; o sorgo BRS 330 e a soja BRSGO 6959RR, estarão nas Unidades Demonstrativas da Tecnoshow, próximos a Casa Embrapa. As informações de mercado sobre estas cultivares também podem ser procuradas no Espaço Negócios.
 
Vamos adiantar aqui algumas características de nossos produtos, mas, o panorama completo sobre eles e outras novidades da Embrapa você confere na Tecnoshow Comigo, de 07 a 11 de abril.
 
Hortaliças
 
Tomate BRS Sena é o primeiro híbrido nacional de tomate para processamento industrial. Tem ótimo desempenho na colheita mecânica. Primeiro híbrido nacional com tolerância ao geminivírus e à mancha-bacteriana, principais problemas que afetam a tomaticultura no país, provocando perdas na produção Por não existir no Brasil material disponível com essas características, a sua entrada no mercado deverá dinamizar a cadeia de produção e de oferta de sementes, hoje dependentes exclusivamente de material importado. É indicado para o plantio no período de fevereiro a meados de abril.
 
Grãos
 
Arroz BRS Esmeralda é uma cultivar de terras altas. Tem boa qualidade de grão: longo e fino, e, por isso é classificado como de excelente qualidade culinária, com boa aparência e ótima apresentação visual “in natura ou cozido”.
Apresenta alta produtividade, maior tolerância ao estresse hídrico e maior rusticidade. Seu ciclo é de 105 a 110 dias. Apresenta potencial produtivo de 7.525 kg/ha, produtividade média de 4.050 kg/há. Recomendada para os estados de Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins.
 
Arroz BRS Tropical é uma cultivar moderna, adaptada ao plantio de regiões tropicais e com boa produtividade. A qualidade de grãos de arroz é um fator determinante para venda do produto para a indústria. Seu desenvolvimento foi realizado com este foco, oferecendo ao produtor mais chances de fechar bons negócios na comercialização da safra. Apresenta produtividade média de 6.902 kg/ha, boa tolerância às doenças de arroz, ciclo médio de 140 dias, altura média de 110 cm e boa qualidade de grãos.
Além disso, o sistema de produção da nova tecnologia permite ao produtor cultivar e permanecer na mesma área, ano após ano, sem necessidade de novas derrubadas de área de mata, beneficiando com isso o meio ambiente.
 
Arroz BRSGO Serra Dourada é uma variedade de arroz para o sistema de terras altas, desenvolvida no Estado de Goiás. Desenvolvida com foco em ambientes de pequena propriedade. As principais características desta cultivar são a boa produtividade (média de 3.550 kg/ha), a precocidade, a qualidade de grãos e a tolerância à seca. Esta cultivar completa seu ciclo vegetativo entre 95 a 107 dias, em média, nas condições do Centro-Oeste. Apresenta boa qualidade culinária.
 
Feijão BRS Estilo tem estabilidade de produção e grãos claros com tamanho semelhante aos da cultivar Pérola. É uma cultivar com tipo de grão comercial carioca, ciclo normal (85-95 dias), indicada para as safras das "águas" em Goiás, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Pernambuco, Sergipe e Rio Grande do Sul; de "inverno" em Goiás, Mato Grosso e Tocantins; e da "seca" em Goiás, Paraná, Santa Catarina, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Apresenta potencial produtivo de 4.011 kg/ha.
 
Feijão BRS Notável, cultivar do grupo carioca, tem ciclo semiprecoce, potencial produtivo de 4.470 kg/ha, estabilidade de produção e arquitetura semiereta - adaptado para a colheita mecânica. É indicado para os estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo, Rio de Janeiro e Tocantins.
 
Feijão BRS Realce pertence ao grupo comercial rajado. Possui alto valor agregado por sua excelente qualidade culinária. Apresenta ciclo semi-precoce (75-85 dias) e potencial produtivo de 3.800 kg/ha. A cultivar é indicada para Minas Gerais.
 
Feijão BRS Ametista, cultivar do grupo carioca, tem ciclo normal (85 a 94 dias), potencial produtivo de 4.265 kg/ha. A presenta arquitetura semiereta (adaptada apenas à colheita mecânica indireta) e grãos maiores que a cultivar Pérola. Indicada para os estados de Goiás, Distrito Federal, Bahia, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Maranhão, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Piauí.
 
Soja BRSGO 6959 RR é superprecoce, favorecendo a segunda safra de outra cultura, inclusive do milho e algodão. Pertence ao grupo de maturidade relativa 6.9 e seu ciclo médio é de 104 dias. Apresenta tipo de crescimento determinado, resistência ao acamamento, flor de cor branca e hilo marrom claro. É tolerante ao glifosato, possui resistência à Pústula bacteriana, Mancha "olho de rã" e ao Cancro da haste. É indicada pra os estados de Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais.
 
Sorgo BRS 330 é um híbrido de sorgo granífero, sem tanino, grão de cor vermelha, ciclo de 120 dias, altura de 127 cm e resistente ao acamamento. Uma das características que chama a atenção nesta cultivar é a sua estabilidade de produção. Sua tolerância ao alumínio tóxico no solo possibilita um bom desenvolvimento radicular, permitindo melhor absorção de nutrientes e extração de água em camadas mais profundas, o que garante maior resistência ao déficit hídrico. É recomendado para as regiões Sudeste e Centro-Oeste, em plantios de sucessão a culturas de verão. Apresenta rendimento de grãos de 5,0 a 6,0 t/ha (sucessão).
 
As forrageiras da Embrapa
 
A gramínea BRS Zuri (Panicum maximum) é uma forrageira tropical de porte alto com folhas largas, de produtividade até 12% superior a cultivar Tanzânia-1. É adaptada a solos de média a alta fertilidade, apresenta elevada antibiose e mediana resistência às cigarrinhas-das-pastagens. A carência de cultivares adaptadas a solos de media a alta fertilidade, com resistência ao fungo foliar, indicados para intensificação dos sistemas de produção e de fácil manejo fazem dessa cultivar uma importante alternativa para diversificação das pastagens, bem como para diversificar áreas hoje plantadas unicamente com as cultivares Tanzânia-1 e Mombaça, respectivamente suscetíveis ao fungo foliar e de difícil manejo. Todas estas características contribuirão para uma pecuária mais intensiva e produtiva no futuro.
 
O capim BRS Paiaguás é uma excelente opção de Brachiaria brizantha para a diversificação de pastagens em solos de média fertilidade nos cerrados. Foi selecionada com base na produtividade, vigor, produção de sementes. A grande vantagem da cultivar é durante o período seco, quando apresenta maior acumulo de forragem de melhor valor nutritivo. Na integração lavoura-pecuária é de fácil utilização com milho safrinha, para produção de forragem de outono-inverno e/ou de palhada para plantio direto.
 
A BRS Piatã é apropriada para solos de média fertilidade, produz forragem de boa qualidade e acumulação de folhas. Destaca-se pelo elevado valor nutritivo, alta taxa de crescimento e rebrota e pela moderada resistência às cigarrinhas típicas de pastagens. Produz, em média, 9,5 toneladas por hectare de matéria seca, com 57% de folhas, sendo 36% dessa produção obtida no período seco. É indicada para as regiões de clima tropical e tropical úmido, podendo ser cultivado na pré-amazônia, zonas mais quentes da região Sul e em todos os estados das regiões Centro-Oeste e Sudeste, além do oeste baiano de Mata Atlântica.
 
A BRS Mandarim é uma cultivar de guandu com alto potencial para alimentação animal e adubação verde. Suas vantagens em relação às outras cultivares para produção animal são: boa tolerância à seca, maior produtividade, descompactação do solo e longevidade. Já suas vantagens para adubação verde são: produção de matéria seca, reciclagem de nutrientes e a facilidade de manejo da massa verde. Recomendada para qualquer região do Brasil.
 
Algodão
 
Algodão BRS 369RF tem alta produtividade no cultivo em segunda safra nos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Apresenta população de plantas de 90 a 160 mil/ha e ciclo médio precoce. Resistente ao mosaico comum e bacteriose e média resistência à doença azul.
 
Algodão BRS 370RF tem ampla adaptação aos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, para cultivo em primeira e segunda safra. Apresenta população de plantas de 80 a 90 mil/ha e ciclo médio. Resistente ao mosaico comum e bacteriose, média resistência à doença azul e a ramulose.
 
Algodão BRS 371 RF é indicada para cultivo em primeira safra nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Bahia. Apresenta população de plantas de 75 a 85 mil/ha e ciclo médio precoce. Resistente ao mosaico comum e bacteriose, média resistência à doença azul, mancha de ramulária e ramulose.
 
Outras tecnologias
 
Tag Ativo é um dispositivo para identificação e monitoramento do trânsito de animais, com baixo custo, que automatiza o processo de inspeção nos postos de fiscalização de sanidade animal, mesmo em regiões afastadas.
O aparelho tem memória para gravar e transmitir dados, coletados por radiofrequência, de animais rastreados e identificados com brincos eletrônicos. A tecnologia consolida os processos de rastreabilidade, contribuindo assim para a melhoria da eficiência e competitividade da pecuária brasileira nos mercados interno e externo.
O tag ativo ajuda a reduzir fraudes e custos no transporte dos animais.
 
Biofórmula Leite é um aditivo probiótico para alimentação animal desenvolvido pela empresa Biofórmula Tecnologia em Agropecuária e validado pela Embrapa. É um aditivo simbiótico composto por prebióticos, probióticos microencapsulados e enzimas digestivas que proporcionam um maior equilíbrio fisiológico aos animais, aumentando assim a produção e a qualidade do leite. Além disso, o produto reduz a Contagem de Células Somáticas (CCS) do leite, diminui a incidência de mastite e otimiza a quebra de fibras. Proporciona aumento na absorção de nutrientes, estímulo no desenvolvimento de bezerros, prevenção de infecções intestinais e aumento da fertilidade do rebanho.
 
O Fertilizante organomineral fosfatado granulado obtido a partir de cama de frango corresponde a uma solução tecnológica tanto sob o ponto de vista ambiental como também agronômico. Misturando e combinando de forma balanceada minerais e matéria orgânica, o fertilizante potencializa a assimilação dos nutrientes pela planta e ativa a microbiologia do solo, promovendo a produção de enzimas e outros compostos orgânicos.
Essa tecnologia permite a destinação adequada dos resíduos da avicultura que são processados, estabilizados e devolvidos aos solos na forma de nutrientes. Com isso, reduzem o impacto ambiental da atividade agropecuária e elevam os índices de produtividade do solo.

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