Especialista defende uso de protease em dietas de frangos
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Agronegócio

Especialista defende uso de protease em dietas de frangos

Zootecnista e Gerente Técnica de Avicultura da Novus do Brasil, Luciana Franco, aponta redução do custo da dieta, melhor desempenho e melhor rendimento de carcaça entre outras vantagens
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Zootecnista e Gerente Técnica de Avicultura da Novus do Brasil, Luciana Franco, aponta redução do custo da dieta, melhor desempenho e melhor rendimento de carcaça entre outras vantagens

Aumentar a produção de carne para alimentar a população mundial crescente em um cenário de pressão nos custos e atender as exigências do consumidor moderno por um alimento saudável e economicamente viável estão entre os principais desafios da avicultura.


Nos próximos 30 anos, terão destaque os produtores eficientes em extrair o máximo de nutrientes dos alimentos. Maior eficiência produtiva significa extrair todas as calorias e aminoácidos possíveis dos alimentos para convertê-los em crescimento e produção de carne vendável, defende a zootecnista e gerente técnica de avicultura da Novus do Brasil, Luciana Franco.

“Haverá uma crescente variedade de tecnologias voltadas a esta demanda de mercado. Elas serão lideradas pelo uso de enzimas em dietas de aves que possibilitem extrair todo o valor de alimentos. Além disso, veremos avanços contínuos em genética e uso de uma variedade de outras tecnologias que vão empurrar a eficiência para o número mágico de uma conversão alimentar de 1:1”, aposta.


Proteases
Pesquisas recentes mostram que o uso de proteases termoestáveis em dietas de frangos de corte contribui para reduzir o custo da nutrição, melhorar o desempenho e o rendimento de carcaça.

A redução do custo da dieta pode chegar até R$ 10 por tonelada. “Utilizando uma protease de nova geração que atua em diversos substratos protéicos, aumentando a digestibilidade dos ingredientes e proporcionando redução do custo do quilo de carne produzida”, explicou.

Para Luciana, a principal diferença desta protease é ser altamente estável na temperatura de peletização, além de atuar em diferentes substratos protéicos tanto de origem animal, como vegetal na ração. Desenvolvida na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, ela ainda promove um aumento da digestibilidade da proteína, melhora o aproveitamento de farinhas de origem animal, a integridade intestinal e mantém o desempenho, reduzindo o custo da dieta.


O uso dessa protease promove uma melhor qualidade intestinal das aves com resultados positivos no desempenho de campo. “Esta protease melhora a digestibilidade das matérias primas, liberando aminoácidos que são utilizados para o crescimento do animal. Isso permite uma flexibilidade na formulação de dietas, visando um maior desempenho e reduzindo o custo do quilo de frango produzido, ou ainda uma maior redução do custo da dieta sem perda de desempenho”, defendeu.

A especialista participa, com a equipe técnica da Novus do Brasil, do I Congresso sobre aditivos na alimentação animal “Enzimas”, dias 30 de novembro e 1º de dezembro, no auditório do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), em Campinas, no interior de São Paulo.

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