Estados nordestinos se unem no combate à febre aftosa

Agronegócio

Estados nordestinos se unem no combate à febre aftosa

Medidas foram adotadas para que se comprove que o vírus parou de circular na Região
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Medidas foram adotadas para que se comprove que o vírus parou de circular na Região
 
Os estados do Nordeste vão ter que trabalhar juntos para comprovar que o vírus da febre aftosa está bem longe do gado da Região. O assunto foi discutido no encontro da comissão sul-americana de luta contra a doença, que aconteceu esta semana no Recife. Participaram representantes do Brasil e de outros dez países.

Os representantes do Equador e da Venezuela tiveram que explicar por que a doença não vem sendo controlada como se deveria nos dois países, onde 77 casos foram registrados no ano passado. O Brasil, onde nenhum caso é registrado há mais de cinco anos, é, de longe, o maior interessado neste assunto: o País tem o maior rebanho produtivo do mundo, com 208 milhões de cabeças.

Já existe um cronograma de ações que deve ser cumprido e que inclui medidas, como o reforço da assistência veterinária. E da vigilância na circulação de animais. Só depois que essas medidas forem adotadas é que os rebanhos do Nordeste serão examinados para que se comprove, ou não, que o vírus da febre aftosa parou de circular na Região.

"O pecuarista tem um papel fundamental nesse processo. A ele compete vacinar bem o seu rebanho e notificar, com devida extratificação, com sexo e idade, ao serviço de fiscalização agropecuária", afirmou o diretor do do departamento de saúde animal do Ministério da Agricultura, Guilherme Marques (foto 2).

A representante da Adagro - a Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco - garante que o Estado está em dia com o cronograma de combate à doença e acompanha o que está sendo feito pelos outros estados nordestinos. "Foi assinado um protocolo em Maceió, que todos os estados se comprometeram a cumprir. E estamos acompanhando toda semana, através de teleconferência entre os estados e o Ministério da Agricultura, a situação", conta a gerente geral da Adagro-PE, Erivânia Camelo.

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