Estomatite vesicular no Tocantins
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Agronegócio

Estomatite vesicular no Tocantins

Um novo foco de estomatite vesicular foi confirmado no Tocantins. A propriedade onde foi registrada a doença está interditada
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Um novo foco de estomatite vesicular foi confirmado no Tocantins. A propriedade onde foi registrada a doença está interditada.

Não é permitida a saída de animais nem a entrada de pessoas ou qualquer produto.

A Fazenda Boa Vista, em Jaú do Tocantins, a 378 quilômetros de Palmas, foi interditada depois da confirmação de três casos de estomatite vesicular. A doença, transmitida por vírus, foi diagnosticada em três dos 143 animais. Os sintomas são parecidos aos da febre aftosa. Em um mês, está é a segunda propriedade interditada no Estado por causa da doença.

A propriedade fica interditada até que o último animal esteja curado. Depois disso, serão mais 21 dias de observação para que a agência de defesa agropecuária se certifique de que não há mais a presença do vírus da estomatite entre o rebanho.

Na região hoje são criadas cerca de 64 mil cabeças de gado. Outros pecuaristas estão preocupados.

“É difícil. A gente não sabe nem como tomar providência”, disse o criador Valdemar Costa.

“Estou preocupado porque o pão de cada dia que temos é essa criação. Quando precisamos, corremos no pasto e vendemos um animal”, falou o criador Oswaldo Godoy.

As exportações do Tocantins para a Rússia estão suspensas desde o mês passado, quando o primeiro foco da doença foi confirmado.Um novo foco de estomatite vesicular foi confirmado no Tocantins. A propriedade onde foi registrada a doença está interditada.

Não é permitida a saída de animais nem a entrada de pessoas ou qualquer produto.

A Fazenda Boa Vista, em Jaú do Tocantins, a 378 quilômetros de Palmas, foi interditada depois da confirmação de três casos de estomatite vesicular. A doença, transmitida por vírus, foi diagnosticada em três dos 143 animais. Os sintomas são parecidos aos da febre aftosa. Em um mês, está é a segunda propriedade interditada no Estado por causa da doença.

A propriedade fica interditada até que o último animal esteja curado. Depois disso, serão mais 21 dias de observação para que a agência de defesa agropecuária se certifique de que não há mais a presença do vírus da estomatite entre o rebanho.

Na região hoje são criadas cerca de 64 mil cabeças de gado. Outros pecuaristas estão preocupados.

“É difícil. A gente não sabe nem como tomar providência”, disse o criador Valdemar Costa.

“Estou preocupado porque o pão de cada dia que temos é essa criação. Quando precisamos, corremos no pasto e vendemos um animal”, falou o criador Oswaldo Godoy.

As exportações do Tocantins para a Rússia estão suspensas desde o mês passado, quando o primeiro foco da doença foi confirmado.


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