NOVIDADE

Etanol de sorgo doce pode ter potencial econômico

Universidade do Nesbraska pode a viabilidade do cultivo para o biocombustível
Por: -Leonardo Gottems
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Uma equipe de pesquisa da Universidade do Nebraska, em Lincoln, está explorando o potencial do sorgo doce como fonte de renda para produtores do Noroeste do estado. O sorgo doce é uma cultivar de sorgo principalmente para sucos. Em função do alto conteúdo de açúcar e estabilidade durante a seca, os pesquisadores identificaram um potencial do etanol para produção em sequeiro. O xarope de açúcar seria fermentado para produzir etanol.

Para o sorgo doce competir com o milho – a principal fonte de etanol nos Estados Unidos – deve ser mais lucrativo e econômico. Considerando fatores como produtividade e custo de processamento, os pesquisadores estimam que o caminho do etanol de sorgo doce é um prospecto de “empate” financeiro no Oeste do Nebraska.

“Dentro das condições típica de mercado consideradas, há benefícios insuficientes para produtores e fábricas para produzir etanol de sorgo doce como uma oportunidade economicamente atrativa”, afirmou Richard Perrín, professor de Economia Agrícola na Universidade do Nebraska. Por outro lado, os pesquisadores encontraram algumas circunstancias que melhorariam a viabilidade da safra.

Atualmente, o Padrão de Combustível Renováveis dos Estados Unidos tem um mandato de consumo de níveis específicos de combustíveis renováveis de várias categorias de matéria-prima. Dentro dos mercados criados pelo programa, as plantas de etanol seriam quase certas de obter um prêmio pelo etanol de sorgo doce para comparado ao etanol de milho. Por outro lado, a volatilidade do prêmio e oposição política ao programa faz esse benefício arriscado.

Outra consideração que poderia aumentar a viabilidade do cultivo seria uma produtividade mais alta. Um projeto da universidade coloca US$ 13,5 milhões em pesquisas específicas para este fim.

“Se o esforço da pesquisa aumentar a produtividade de biomassa de 20% a 30% ou mostrar que a produtividade aumenta de 20% a 30% mais que a estimativa, os benefícios para ambos, produtor e fábrica, seria suficiente para fazer da adoção do sorgo doce uma possibilidade sustentável”, disse Perrín.

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