Evento marca retomada da cotonicultura no Norte de Minas
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Imagem: Marcel Oliveira
AGRONEGÓCIO

Evento marca retomada da cotonicultura no Norte de Minas

Chefe-geral da Embrapa Algodão, nesta quinta-feira, 02, participa de uma série de visitas técnicas no Norte de MG
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Alderi Emídio de Araújo, chefe-geral da Embrapa Algodão, nesta quinta-feira, 02, participa de uma série de visitas técnicas no Norte de Minas Gerais, na região polarizada por Catuti. Um dos pontos importantes vai ocorrer no Centro de Difusão de Tecnologias Algodoeira (CEDITAC), uma obra construída com recursos da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Universidade Federal de Lavras (UFLA).

As visitas são coordenadas pela Associação Mineira dos Produtores de Algodão (AMIPA) e da Cooperativa dos Produtores Rurais de Catuti (Coopercat). “Estamos animados com a implantação desta nova algodoeira, que terá capacidade para beneficiar 1.600 arrobas por dia, com apoio fundamental da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais”, afirma José Tibúrcio de Carvalho, gerente técnico e comercial da cooperativa.
 
“A Embrapa está diretamente envolvida com os esforços para revitalização da cotonicultura nessa região. Ano passado nossa equipe iniciou aqui os testes de campo do protótipo de uma colhedora de algodão acoplada em trator e reboque, específica para agricultura familiar”, lembra Araújo. O equipamento faz parte de um kit que a Embrapa Algodão desenvolveu para o cultivo do algodão por agricultores familiares.

O teste com o protótipo no Semiárido Mineiro é parte da ação conjunta entre organizações nacionais e do exterior, voltadas à cotonicultura familiar, a exemplo do Projeto + Algodão Fortalecimento do Setor Algodoeiro Sul-Sul, com suporte da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). 

Segundo Alderi, o objetivo é “oferecer condições para garantir a sustentabilidade da produção de algodão no Norte de Minas com uma abordagem sistêmica, com a colaboração de instituições brasileiras reconhecidas por seus conhecimentos e experiência em pesquisa e políticas públicas, assistência técnica e extensão rural, comercialização e organização da cadeia de valor”.


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