Excesso de umidade afeta a qualidade do café em Minas Gerais

Agronegócio

Excesso de umidade afeta a qualidade do café em Minas Gerais

Os produtores estão ganhando menos na hora da venda
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O excesso de umidade está afetando a qualidade do café no sul de Minas Gerais. Com isso, os produtores estão ganhando menos na hora da venda.

Nuvens carregadas não são um bom sinal para os cafeicultores. “A gente vê que até agora os cafés estão atrasados. Algumas chuvas têm dificultado o processo de colheita. Tem causado problemas depreciativos nos grãos em termo de qualidade, o que é um problema”, explicou André Garcia, agrônomo do Procafé.

A roçadeira passa em algumas ruas de café para cortar o mato, que cresceu mais nesta safra por causa da chuva. A colheita está atrasada em uma das lavouras da região.

“A chuva contribuiu porque atrasou um pouco a colheita e o manejo da colheita. Atrasou no preparo das lavouras para entrar com a colheita”, disse o agricultor Kléber Pinto.

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, tem chovido mais no sul de Minas neste inverno em relação ao ano passado.

Na fazenda do agricultor Luiz Gustavo Portugal metade da lavoura de 1,2 milhão de pés já foi colhida. A expectativa é de dez mil sacas, um número 30% menor em relação a 2008. Além de ser um ano de safra baixa, o excesso de umidade comprometeu parte da produção.

“Essa semana vendemos o café que deu baixa qualidade por R$ 204 a saca. Um café de média qualidade sai por cerca de R$ 215 a R$ 220 a saca”, disse seu Luiz.


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