Agronegócio

Exportações de carne bovina vão a US$ 2,7 BI no semestre

Performance do setor em seis meses é bem melhor
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No encerramento do primeiro semestre de 2016, as exportações de carne bovina in natura e processada apresentaram um desempenho semelhante ao do ano passado na obtenção de receita, atingido a US$ 2,722 bilhões contra US$ 2,700 bilhões em 2015. Na quantidade comercializada, no entanto, a performance do setor em seis meses é bem melhor: foram exportadas 712 mil toneladas neste ano, contra 635 mil toneladas ano passado.  

O mês de junho manteve praticamente o mesmo ritmo de maio: no ano passado a movimentação alcançou 111.472 toneladas e a receita US$ 488 milhões. Neste ano, junho movimentou 122.276 toneladas com receita de US$ 472 milhões, crescimento de 12% na quantidade e redução de 2% na receita. Estas informações são da Secex do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), compiladas pela Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO). 

Entre os maiores clientes do produto brasileiro, a China continua elevando suas aquisições e está na primeira colocação: em 2015, através de Hong Kong, importou 141.053 toneladas e apenas 3 mil toneladas de importação direta. Em 2016, a cidade estado de Hong Kong já chegou às 157.545 toneladas, as quais foram acrescentadas outras 87.604 toneladas adquiridas via importação direta pelo continente. Na segunda posição vem o Egito, com aquisições de 92.335 toneladas em 2015 e de 110.800 toneladas em 2016. Na terceira posição está a Rússia, que continua reduzindo suas compras: em 2015 importou 95.805 toneladas no primeiro semestre e neste ano este número caiu 27% para 69.312.

O Irã também reduziu suas importações e está na quarta posição: comprou 49.835 toneladas em 2015 e 43.495 toneladas em 2016, até agora. Na quinta posição está o Chile, com compras de 24.294 toneladas em 2015 e de 32.572 toneladas em 2016, crescimento de 34%. Os Estados Unidos, cuja abertura do mercado para a carne bovina in natura está sendo esperada com grande expectativa para o segundo semestre, está na sexta posição e registrou importações de 17.935 toneladas em 2015 contra 15.581 toneladas em 2016, redução de 13%.

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