Extrato padronizado de jaboticaba na alimentação de poedeiras comerciais

Frango

Extrato padronizado de jaboticaba na alimentação de poedeiras comerciais

Brasil gera anualmente cerca de 13 milhões de toneladas de Resíduos Agroindustriais de Frutas
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O Brasil gera anualmente cerca de 13 milhões de toneladas de Resíduos Agroindustriais de Frutas (RAF), e considera o resíduo do processamento da jaboticaba, mesmo em menor escala de produção. Esse fruto é nativo do Brasil, sendo fonte de minerais, vitaminas (Reynertson et al., 2006) e compostos fenólicos na casca e semente, substâncias responsáveis por sua propriedade antioxidante, mas praticamente 50% do fruto (casca e semente) é descartado (Jorge et al., 2011).

Estudos buscando alternativas para a produção de alimentos naturais, atendendo a procura constante são desejados pelos consumidores. Considerando extratos e óleos vegetais e também os RAF, que podem ser aproveitados conforme suas propriedades biológicas. Além disso, os antioxidantes sintéticos podem ser relacionados a efeitos tóxicos, carcinogênicos e teratogênicos (Botterweck et al., 2000, Naveena et al., 2008).

Há poucos estudos com o resíduo/extrato da jaboticaba, todos com foco na alimentação humana, em que os mesmos são relacionados ao seu potencial antioxidante frente à prevenção de enfermidades cardiovasculares, pela sua capacidade de equilibrar os níveis séricos de colesterol; do câncer e outras doenças, não havendo, até o momento, pesquisas relatadas com esses produtos na alimentação de animais de produção.

A investigação científica possibilita que esses resíduos sejam avaliados e possivelmente aproveitados com eficiência e segurança na alimentação animal, agregando valor a esses e disponibilizando alimentos com menos aditivos sintéticos. Esse estudo foi realizado para avaliar o efeito da suplementação do resíduo agroindustrial da jaboticaba como extrato concentrado na ração de poedeiras comerciais sobre o desempenho e a estabilidade de ovos armazenados em temperatura ambiente.

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