Faeg consegue negociar mais prazo para pagamento de dívidas

Agronegócio

Faeg consegue negociar mais prazo para pagamento de dívidas

Um comunicado do Banco do Brasil enviado à Faeg, apresentou as novas condições de renegociação das dívidas vencidas até 30 de junho de 2010
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A solicitação do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, ao superintendente Estadual do Banco do Brasil, João Batista Trindade Filho foi atendida. A Faeg havia pedido à instituição financeira mais prazo para que produtores com operações vencidas até 30 de junho do ano passado, pudessem entrar com pedido de renegociação de dívidas até dia 30 de junho deste ano.


Um comunicado do Banco do Brasil enviado à Faeg, apresentou as novas condições de renegociação das dívidas vencidas até 30 de junho de 2010. Segundo avaliação da Faeg, esse plano permite o restabelecimento da situação de adimplência para produtores rurais que sejam enquadrados nas seguintes condições: dívidas rurais vencidas antes de 30 de junho de 2010, cuja cobrança esteja ajuizada ou não; renegociação firmada em até cinco anos; entrada de 10% com flexibilidade de pagamento na safra; encargos de atualização de IRP mais 1% ao mês; encargos de renegociação de IRP mais 1% ao mês; cobrança das atuais garantias e pode ser exigida garantia real; prazo não determinado para o produtor manifestar o interesse pela adesão ao plano.


O produtor que não aderiu ao plano e que estiver interessado em aderir deve seguir os seguintes trâmites: manifestar ao banco o interesse ao banco por escrito em duas vias; protocolar na agência até a data de adesão; e guardar a via com recibo do protocolo.


A solicitação da Faeg foi necessária porque devido o excesso de chuva no momento da colheita causou uma série de prejuízos, até decretos de estado de emergência de vários municípios importantes para a agropecuária goiana, tais como: Rio Verde, Itumbiara, Bom Jesus, Morrinhos, Edéia, Chapadão do Céu e outros. Esses problemas resultaram em uma grave queda na renda do produtor. A situação se agravou mais para aqueles que não aderiram a negociação no prazo estipulado e estão sem acesso ao crédito para a safrinha e ao crédito pré-custeio, em função da inadimplência gerada devido a falta de recursos para o pagamento.(Gerência de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)

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