Agronegócio

Faep pede manutenção de subvenção do seguro de milho safrinha e trigo

Até a safra passada, as culturas de trigo, milho da segunda safra e feijão tinham subvenção de 70% do valor do prêmio
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A Faep encaminhou oficio ao Ministério da Agricultura solicitando a manutenção das regras anteriores de subvenção de 70% do valor do prêmio para o milho da segunda safra e para o trigo, priorizando a divulgação dessa medida ainda em outubro a tempo de atender os produtores que estão contratando o pré-custeio nos agentes financeiros.


"No Paraná, os produtores começaram a comprar insumos e a contratar nos agentes financeiros o pré-custeio do milho da segunda safra, porém sem seguro agrícola. Isso porque não há ainda regras claras e definidas no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural - PSR para essa cultura e para o trigo. Esses produtores necessitam de seguro agrícola, pois não têm perfil ou limite para contratar o Proagro", afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Meneguette.

O milho da segunda safra, que é plantado entre janeiro e abril, o feijão e o trigo têm significativa importância econômica e social para o Paraná. O Estado é líder nacional na produção de feijão e segundo maior produtor de trigo e milho da segunda safra.


Até a safra passada, as culturas de trigo, milho da segunda safra e feijão tinham subvenção de 70% do valor do prêmio. Com o Plano Agrícola e Pecuário 2013/2014 foram divulgadas novas regras. Para algumas atividades, incluso o feijão, conforme parâmetros determinados no Programa, a subvenção é de 40% ou de 60% do valor do prêmio. Porém, a política para o trigo e milho da segunda safra não foi definida claramente naquele momento.

O documento ressalta ainda que "essas culturas apresentam alto risco climático, significando que as seguradoras precificam esse risco no prêmio cobrado dos produtores. É comum o seguro agrícola para essas culturas chegar de 10% até 15% ou mais de prêmio bruto, ou seja, alíquotas inviáveis para o produtor arcar sem o apoio do governo". Para agravar a situação, em 2013 o Paraná teve perdas severas no trigo com as chuvas e geadas, que devem encarecer ainda mais o seguro agrícola.
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