Farsul e Fetag garantem venda da safra de soja transgênica no RS


Agronegócio

Farsul e Fetag garantem venda da safra de soja transgênica no RS

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Em ato público que reuniu cerca de cinco mil pessoas em frente a praça central de Não-Me-Toque, representantes da Fetag, Contag, Farsul e sindicatos de trabalhadores rurais e sindicatos rurais, definiram que comercializarão a safra de soja transgência com ou sem decisão do governo federal. 'Reuniremos lideranças segunda-feira na Fetag para definir como vamos comercializar o produto. Após termos uma posição definitiva de como vender, será o governo que irá nos procurar para um acordo', disse o presidente da Fetag, Ezidio Pinheiro. Os agricultores, acrescenta, não aceitarão imposições da União para liberar a venda. Para Pinheiro, mesmo não havendo liberação, o produtor continuará cultivando. 'Nos reunimos também para pressionar uma decisão do poder Judiciário, que está por julgar a liberação ou não dos transgênicos desde 2000.' Para a Fetag, uma medida provisória é a única maneira de o agricultor ter assegurada a venda da safra. Segundo o coordenador das comissões da Farsul, João Picoli, a permanência da proibição representará uma 'quebradeira' no setor. 'A previsão é que o Estado produza este ano 8,5 milhões de toneladas de soja ,o que corresponde a R$ 5,38 bilhões'. Sobre o valor da soja, haverá uma contribuição de ICMS superior a R$ 914 milhões. Picoli repressentou no protesto o presidente da Farsul, Carlos Sperotto.

'O que os produtores querem é o direito de vender sua produção. Quem pagará o Banco do Brasil e outras instituições financiadoras da agricultura se a safra não for comercializada', indagou o representante da Contag, Alberto Brock. Conforme ele, não há mais tempo a perder. 'Se não tivermos uma solução, logo caminhoneiros e portuários estarão protestando, pois faltará produto para transportar.' O presidente da Comissão de Agricultura da AL, Jerônimo Goergen, cobrou visita ao RS da equipe interministerial do governo que esteve no Piauí.


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