Agronegócio

Febre Aftosa: Grupo de Trabalho busca avanços no status sanitário

O superintendente do Mapa no RS em exercício, Bernardo Todeschini, apresentou um panorama sobre as exigências e o entendimento das autoridades mundiais sobre a febre aftosa
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O Grupo de Trabalho para Avanço no Status Sanitário do RS realizou nesta quinta-feira a primeira reunião de trabalho, no miniauditódio do Ministério da Agricultura (Mapa) em Porto Alegre. O superintendente do Mapa no RS em exercício, Bernardo Todeschini, apresentou um panorama sobre as exigências e o entendimento das autoridades mundiais sobre a febre aftosa.


Pelos dados apresentados por Todeschini, conforme a Organização Internacional para Saúde Animal (OIE), para obter o status de área livre de febre aftosa sem vacinação – passo natural para o Rio Grande do Sul – é necessário um período de 12 meses sem vacinação.

O coordenador do Programa de Febre Aftosa da Secretaria da Agricultura, Fernando Groff, mostrou dados sobre a situação atual do programa no Estado. Segundo ele, os números vêm se mantendo estáveis, com leve crescimento na imunização do rebanho nas últimas etapas.


O presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa), Rogério Kerber, explanou que é preciso ver as possibilidades de avanços e ganhos nos status. “Os problemas são de conhecimento comum, precisamos resolvê-los para obter crescimento em relação à defesa sanitária no Rio Grande do Sul.

O reconhecimento de área livre de enfermidades deve ser o objetivo do serviço oficial e dos produtores em qualquer região. O Grupo deve trabalhar para debater os passos necessários para a busca de um status sanitário superior, com isso garantindo mais competitividade para as cadeias produtivas e a segurança alimentar da população.


O Grupo de Trabalho para Avanço no Status Sanitário do RS tem o objetivo de realizar o planejamento de ações, procedimentos e metas para cumprimento de medidas que visem a elevação da condição de sanidade dos rebanhos. Enfermidades como Febre Aftosa, Peste Suína Clássica, Influenza Aviária, Brucelose e Tuberculose, entre outras, estarão na pauta. Fazem parte do Grupo o Ministério da Agricultura, Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio e Fundesa.
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