Fertmovel desperta interesse em eventos técnicos no RJ

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Fertmovel desperta interesse em eventos técnicos no RJ

Fertmovel foi apresentado em dois eventos técnicos no estado do Rio de Janeiro na última semana
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O Fertmovel, laboratório completo de análise de fertilidade do solo que opera dentro de um furgão, foi apresentado em dois eventos técnicos no estado do Rio de Janeiro na última semana. Durante o 21º Congresso Mundial de Ciência do Solo, que reuniu na capital especialistas de mais de 100 países, foi visitado por mais de 60 pessoas, de diversas nacionalidades. Outros 40 interessados buscaram saber mais sobre a tecnologia no 8º Congresso Estadual de Agronomia, em Nova Friburgo.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Solos (RJ) José Ronaldo de Macedo, responsável técnico pelo Fertmovel, alguns profissionais ligados a instituições públicas e privadas, do Brasil e do exterior, demonstraram interesse em adotar a tecnologia. “Recebemos retornos positivos, como a de alguns técnicos da Colômbia, que ficaram bastante interessados em levar o Fertmovel para lá.”

A técnica da Embrapa Solos Gisele Barros, que recebeu os visitantes nos dois dias em que o Fertmovel permaneceu no congresso mundial, disse que muitos estrangeiros elogiaram a iniciativa de aproximar o laboratório do campo. “Praticamente todos os visitantes de outras nacionalidades frisaram que o laboratório móvel é uma novidade, que não conheciam nada parecido.”

Equipado para emitir laudos técnicos de correção de solos como recomendações de adubação e calagem, o primeiro Fertmovel iniciou suas atividades no último mês de maio, em Nova Friburgo (RJ), região serrana fluminense, uma das principais produtoras de hortaliças do estado. 

Com base fixa na escola agrícola Ibelga, o Fertmovel percorre diversas regiões e entrega ao cliente, por um custo de R$ 40, uma análise de solo completa de fertilidade de rotina (pH, alumínio e alumínio + hidrogênio, cálcio/magnésio, sódio/potássio e fósforo), num prazo máximo de 15 dias. Mais de 30 laudos já foram emitidos para produtores da região serrana desde o início das operações.

• O uso de redutor de crescimento, apesar de necessário em algumas situações, deve ocorrer somente quando for imprescindível;

• A prática de “calendarização” no uso de fungicidas e inseticidas (com aplicações preventivas e com data marcada) precisa ser revista. O ideal é realizar o monitoramento no enfoque do Manejo Integrado de Pragas e Doenças, com intervenções somente quando e onde realmente sejam necessárias.

Participaram do 4º módulo da Capacitação na Cadeia Produtiva em Cereais de Inverno Embrapa - Sistema OCB 35 profissionais dos departamentos técnicos das cooperativas Camnpal, Coasa, Cotrijal, Coagrisol, Copermil, Cotriel, Auriverde, Cotricampo, Cooperalfa, Cotripal, Cotribá, Coagril, Frísia e Cotapel. As orientações contaram com pesquisadores da UPF (Pedro Escosteguy), UFSM (Thomas Martin e Antônio Santi) e da Embrapa Trigo (João Leonardo Pires, Gilberto Cunha, Anderson Santi, Genei Dalmago, Eduardo Caierão e Leandro Vargas).  

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