Fetag estima perda de R$ 6,3 bilhões com a seca no RS

Agronegócio

Fetag estima perda de R$ 6,3 bilhões com a seca no RS

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O governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, voltou ontem ao Estado com a promessa de que a área econômica da União avaliará, nos próximos dias, fontes de recursos para auxiliar os agricultores atingidos pela seca. A garantia partiu do ministro interino da Agricultura, Ivan Wedekin, após audiência, em Brasília. O Mapa também trabalha num pacote de apoio à comercialização de grãos.

Em Porto Alegre, a Fetag divulgou novos números dos prejuízos com a estiagem, que chega a R$ 6,3 bilhões, considerando o preço atual dos produtos e atividades de subsistência. O feijão tem 75% de quebra, o índice mais expressivo. Já o milho amarga perdas de 62%; a soja, 43%; os pomares de maçã e a pecuária, cada um com 40%. No leite, as perdas chegam a 35%. Rigotto não pôde entregar ao ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, em Brasília, reivindicações como o rebate no pagamento do Pronaf. O governador também esteve reunido com o coordenador da bancada federal gaúcha, deputado Alceu Collares (PDT), a quem repassou informações sobre os pleitos encaminhados. Hoje, Collares repassará aos demais parlamentares gaúchos os itens e deverá solicitar a criação de grupos para acompanhar as reivindicações junto aos ministérios. Um dos dados é a projeção da Emater, de quebra de até 25% na produção de soja. Devido ao agravamento do quadro, a empresa reforçou a operação de levantamento sobre os danos no Interior. Até agora, 95% dos cinco mil laudos encaminhados pelos bancos para acesso ao Proagro Mais foram concluídos.

Hoje, às 9h, na Capital, uma audiência pública entre as Comissões de Agricultura e de Economia da Assembléia Legislativa abordará a situação. Mais de cem dirigentes sindicais dos três estados do Sul do país participam, quinta e sexta-feira, da plenária da Fetraf-Sul/CUT em Erechim. As discussões serão norteadas pelas medidas a serem tomadas diante da seca no Alto Uruguai. Nessa região, a quebra na lavoura de milho chega a 90% em alguns municípios. Em Carazinho, o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) faz assembléia extraordinária hoje, às 10h, na Paróquia da Glória. Lideranças de mais de 150 municípios estarão presentes.

O governador Germano Rigotto voltou ontem ao Estado com a promessa de que a área econômica da União avaliará, nos próximos dias, fontes de recursos para auxiliar os agricultores atingidos pela seca. A garantia partiu do ministro interino da Agricultura, Ivan Wedekin, após audiência, em Brasília. O Mapa também trabalha num pacote de apoio à comercialização de grãos.

Em Porto Alegre, a Fetag divulgou novos números dos prejuízos com a estiagem, que chega a R$ 6,3 bilhões, considerando o preço atual dos produtos e atividades de subsistência. O feijão tem 75% de quebra, o índice mais expressivo. Já o milho amarga perdas de 62%; a soja, 43%; os pomares de maçã e a pecuária, cada um com 40%. No leite, as perdas chegam a 35%. Rigotto não pôde entregar ao ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, em Brasília, reivindicações como o rebate no pagamento do Pronaf. O governador também esteve reunido com o coordenador da bancada federal gaúcha, deputado Alceu Collares (PDT), a quem repassou informações sobre os pleitos encaminhados. Hoje, Collares repassará aos demais parlamentares gaúchos os itens e deverá solicitar a criação de grupos para acompanhar as reivindicações junto aos ministérios. Um dos dados é a projeção da Emater, de quebra de até 25% na produção de soja. Devido ao agravamento do quadro, a empresa reforçou a operação de levantamento sobre os danos no Interior. Até agora, 95% dos cinco mil laudos encaminhados pelos bancos para acesso ao Proagro Mais foram concluídos.


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