Final do Movimiento a La Rienda confirma crescimento no Brasil

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Final do Movimiento a La Rienda confirma crescimento no Brasil

Tradicional na Argentina, modalidade terá seu encerramento do ciclo realizado na Expointer
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Tradicional na Argentina, modalidade terá seu encerramento do ciclo realizado na Expointer

Na quinta-feira, 1º de setembro, na programação da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) na Expointer, será disputada a final do ciclo do Movimiento a La Rienda no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). Nas categorias Profissional A, Profissional B, Amador A e Amador B, são dez finalistas para cada uma delas. Já na divisão Crioulos do Futuro são cinco. 

Prova tradicional na Argentina, o Movimiento a La Rienda vem crescendo também no Brasil. A expetativa é de que a qualidade dos competidores mais uma vez mostre esta evolução da prova no Brasil. Os organizadores avaliam que, a cada ano que passa, os conjuntos estão melhores preparados e há um crescimento no número de interessados nesta disputa. 

Conforme o coordenador da Subcomissão do Movimiento a La Rienda, Renato Vacinaletti, a novidade foi a categoria Amador B, que contará com mais finalistas do que no ano anterior. A perspectiva para a final é de uma prova com grandes candidatos ao título. "Estamos melhores em qualidade, com animais bons. O crescimento foi muito bom. Cada vez a modalidade vem despertando mais interesse por todas as regiões que passa", salienta.

Criado no Chile há mais de 70 anos e popularizado na Argentina há mais de 40, o Movimiento a La Rienda chegou ao Brasil somente em 2010 quando foi disputada a primeira prova Nacional na Expointer, em Esteio (RS). Até então, o Brasil apenas participava deste concurso como convidado da exposição promovida pela FICCC. É a principal prova de adestramento do cavalo Crioulo do Chile e da Argentina. 

Neste ciclo, o Movimiento a La Rienda foi a modalidade que mais cresceu em número de participantes, com 274 conjuntos participando das provas promovidas pela ABCCC ante os 139 conjuntos registrados em 2015.

Foto: Fagner Almeida/ABCCC/Divulgação
Texto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective

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