Foco no pequeno produtor é estratégia para elevar produção de hortifrutis

Agronegócio

Foco no pequeno produtor é estratégia para elevar produção de hortifrutis

Para reduzir importação de hortifrutis, governo leva assistência técnica para produtores da agricultura familiar
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Para reduzir importação de hortifrutis, governo leva assistência técnica para produtores da agricultura familiar

Com ações de incentivo ao pequeno produtor e assistência técnica permanente, o governo do Estado quer reduzir de 82% para 60% o percentual de importação de hortifrutis de outros estados. O objetivo é aumentar a produção local para conseguir suprir mais a demanda interna por esses produtos.

Atualmente, o Estado compra 175 mil toneladas por ano dos alimentos de São Paulo, Minas Gerais e do Paraná. O diretor-presidente da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) EnelvoFellini explica que o foco agora é na agricultura familiar.

"Estamos levando conhecimento aos produtores da agricultura familiar, mostrando o caminho que tem que ser percorrido para que o Estado produza com qualidade, pois temos capacidade para isso", afirma.

Segundo ele, neste ano a Ceasa (Central de Abastecimento de MS) reduziu a compra dos alimentos em 3%. "Isso significa que a central está comprando mais dos produtores daqui. O número é baixo, mas porque houve um aumento no consumo desses alimentos ao longo do ano".

A mudança já é consequência dessas ações, como por exemplo, o platio de 500 mil mudas de abacaxi no Estado. "Mas a colheita dos abacaxi será realizada no próximo ano. Estamos aumentando também a produção de banana e melancia, que são frutas que quando compradas de outros Estados, chegam mais caras ao consumidor final".

Em Mato Grosso do Sul, há plantação de cenoura, beterraba, limão, repolho, maracujá e a Agraer está trabalhando com os produtores desses hortifrutis para aumentar a produção. "Os produtores contam com uma assistência técnica permanente e com isso, adquirem conhecimento. Vamos aumentar significativamente a produção desses alimentos até 2018".

 


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