Força-tarefa investiga assaltos a defensivos agrícolas

Agronegócio

Força-tarefa investiga assaltos a defensivos agrícolas

O roubo de defensivos agrícolas é outro crime que tem preocupado as autoridades policiais no Paraná
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O roubo de defensivos agrícolas é outro crime que tem preocupado as autoridades policiais no Paraná. Desde o início de março, uma força-tarefa formada pelo Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) de Curitiba e pelas delegacias de Londrina, Cascavel, Uraí, Cornélio Procópio, Arapoti e Ubiratã, tem trabalhado para identificar uma quadrilha. Só este ano, foram dois grandes assaltos a cooperativas: em Uraí, no Norte, e em Ubiratã, no Oeste do estado. O valor dos produtos levados é estimado em R$ 2,8 milhões.

“Esse agrotóxico tem saída fácil. Você pega hoje e já emprega na lavoura no dia seguinte. Em regra, as pessoas daquele próprio município é que compram o agrotóxico roubado”, explica o delegado Marco Antônio de Góes Alves, que coordena a força-tarefa.

Até agora, seis pessoas já foram presas. Duas são acusadas de envolvimento direto com a quadrilha e outras quatro são suspeitas de ter ligações com o grupo. A polícia também identificou quatro outros integrantes da quadrilha, que estão sendo procurados pelas polícias do Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Goiás.

Para o delegado, a quadrilha é antiga e tem experiência. “É uma quadrilha que já vem atuando há muitos anos nessa área. Eles não têm endereço fixo nem paradeiro certo”, conta.


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