Frango em 2017: menos abates, mas mais carne

Frango

Frango em 2017: menos abates, mas mais carne

Números finais do IBGE relativos à produção animal de 2017 mostram que caiu no ano o número de cabeças abatidas
Por:
113 acessos

Os números finais do IBGE relativos à produção animal de 2017 mostram, em relação ao frango, que caiu no ano o número de cabeças abatidas (-0,32%), sem que houvesse concomitante queda no volume produzido. Ao contrário, o volume de carne de frango gerado pelos abates levantados aumentou 2,79% em relação a 2016, resultado obtido através do aumento da produtividade do frango. Comparativamente a 2016, o peso médio registrado aumentou 3,13%.

Em três ocasiões no ano, abates e carne produzida registraram redução: em fevereiro, abril e junho. Os dois últimos registros podem ser consequência dos episódios de 17 de março e 17 de maio, pois ambos abalaram o setor. Já a redução observada em fevereiro talvez seja conseqüência, apenas, do fato de o ano anterior ter sido bissexto (um dia a mais).

Como resultado, os abates do primeiro semestre sofreram redução de quase 1,5%. Mas como, no período, o peso médio do frango aumentou cerca de 3%, o volume de carne foi 1,41% maior.

No segundo semestre, somente em dezembro foi registrada queda no número de cabeças abatidas. Mas neste caso, novamente, o abate menor foi neutralizado pelo maior produtividade dos frangos abatidos. Assim, registrou-se no mês aumento anual de quase 1% no volume de carne.

Em função do melhor desempenho no período, o segundo semestre foi encerrado com um aumento de 4,22% no volume de carne produzida, enquanto no primeiro semestre o incremento não chegou a 1,5%. 

Notar, porém, que – a despeito do período mais amplo (3 dias úteis) – o segundo semestre foi encerrado com, praticamente, o mesmo volume do primeiro semestre (diferença, a mais, inferior a 12 mil toneladas – +0,17%). Parece pouco, mas foi um resultado melhor que o de 2016, quando o total produzido no segundo semestre recuou mais de 2,5% sobre o semestre anterior – uma ocorrência praticamente inédita no setor.

Atenção: Para comentar esse conteúdo é necessário ser cadastrado, faça seu cadastro gratuíto.
  • Clicar no botão Entrar caso já possua cadastro no Agrolink
  • Se não tiver cadastro ainda em nosso site Cadastre-se gratuitamente e terá acesso a conteúdos exclusivos
  • Clique aqui todas as vantagens de fazer seu cadastro no Agrolink