Frango inspecionado em 2017: a distribuição por UF

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Frango inspecionado em 2017: a distribuição por UF

Números do IBGE relativos ao abate de frango em estabelecimentos sob inspeção mostram que a redução no número de cabeças abatidas
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Distribuídos por Unidade Federativa (UF), os números do IBGE relativos ao abate de frango em estabelecimentos sob inspeção (federal, estadual ou municipal) mostram que a redução no número de cabeças abatidas em 2017 – queda de 0,32% em nível nacional – foi bem mais significativa em algumas UFs.

Os exemplos mais visíveis são encontrados em Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso e Distrito Federal: somada, a redução nessas quatro UFS vai além dos 90 milhões de cabeças. Ou seja, supera a redução ocorrida em nível nacional, inferior a 20 milhões de cabeças.

Mesmo assim, nessas quatro UFs, só houve redução no volume de carne produzida em duas delas: Santa Catarina e Mato Grosso. Porque o aumento na produtividade do frango reverteu a queda em Minas Gerais e no Distrito Federal. Nesse grupo, aliás, a avicultura catarinense foi a única a registrar queda tanto no número de cabeças abatidas quanto no peso médio do frango. Daí a redução, também, no volume de carne.

Também chama a atenção, em algumas UFs, o aumento no peso médio do frango abatido. Em Minas Gerais, por exemplo, o peso médio subiu de 2,049 kg em 2016 para 2,264 kg em 2017, mais de 10% de aumento. Mas isso pode ser devido à redução no abate de “grillers” (mais leves) ou, então, a um significativo aumento no abate de reprodutoras (mais pesadas). 

De acordo com o IBGE, das 27 UFs brasileiras, apenas três – Roraima, Amapá e Rio Grande do Norte – não possuem qualquer tipo de inspeção no abate de frangos. Na tabela abaixo, os dados relativos ao Acre, Amazonas e Tocantins foram agrupados, porquanto é praxe do órgão não abrir dados de UFs que contem com menos de três informantes, situação aplicável a esses três estados. 

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