Georreferenciamento chega aos produtores de leite
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Agronegócio

Georreferenciamento chega aos produtores de leite

A produção de leite envolve direta e indiretamente 340 mil pessoas no Rio Grande do Sul
Por: -Renata
O Dia Estadual do Leite, comemorado nesta quarta-feira, dia 17, representará um marco para o setor. Na ocasião, será assinado o contrato para a implantação do Geoleite, que consiste no georreferenciamento de todas as propriedades rurais produtoras de leite do Rio Grande do Sul. O programa é uma parceria do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do RS (Sindilat-RS) com o Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa), Secretaria da Agricultura, Ministério da Agricultura e a Universidade Federal de Santa Maria.

O secretário executivo do Sindilat, Darlan Palharini, diz que "com esse instrumento, o Rio Grande do Sul dá um passo importante para avançar com seus produtos no mercado internacional". Segundo ele, é uma ação inédita desse porte no Brasil, já que nenhum estado brasileiro possui o georreferenciamento no gado de leite. O Geoleite será aplicado pela Universidade Federal de Santa Maria e tem também a participação da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag) e a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul).

"É também um grande passo que damos no Estado para a complementação de nossa segurança sanitária", acrescenta Palharini. Segurança sanitária será um dos temas do AVISULAT 2008, evento que reúne os setores de aves, suínos e leite em novembro, em Bento Gonçalves. Ele é coordenador do evento na área de laticínios.
Em relação ao georreferenciamento, as empresas não terão gastos com o software, que será custeado com recursos do Fundesa.

A produção de leite envolve direta e indiretamente 340 mil pessoas no Rio Grande do Sul.
É a atividade que possui a maior distribuição de renda às famílias. O Estado ocupa a segunda colocação entre os produtores de lácteos do Brasil, devendo chegar neste ano a 3 bilhões de litros. O consumo de leite entre os gaúchos é de 180 litros/per capita, superior ao do País, que está em 141 litros. Fica abaixo, porém, do consumo indicado pela Organização Mundial da Saúde, que é de 217 litros/ano. As informações são de assessoria de imprensa.

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