Governo federal reconhece situação de seca em Santa Cruz do Xingu e produtores podem buscar renegociação

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Governo federal reconhece situação de seca em Santa Cruz do Xingu e produtores podem buscar renegociação

O reconhecimento foi publicado no Diário Oficial da União
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O reconhecimento foi publicado no Diário Oficial da União

Santa Cruz do Xingu (994 km de Cuiabá) recebeu da Defesa Civil o reconhecimento de situação de emergência por seca. O município é um dos atingidos pela forte estiagem que começou em 2015 no Mato Grosso e se estendeu até o início do segundo semestre de 2016.

O reconhecimento foi publicado no Diário Oficial da União (D.O.U.), que circula nesta terça-feira, 22 de novembro, pelo Ministério da Integração Nacional.Outros oito municípios em quatro estados também tiveram decreto de situação de emergência em decorrência desastres nacionais, mais precisamente estiagem ou excesso de chuva e até mesmo granizo.

Além de Santo Cruz do Xingu, segundo o Ministério, foram contempladas as cidades de Dom Basílio (seca) e São Desidério (estiagem), na Bahia; Japonvar (seca), em Minas Gerais; São José das Missões (granizos), no Rio Grande do Sul; e, devido à estiagem, Duque Bacelar, Gonçalves Dias, Governador Luiz Rocha e Matões, no Maranhão.

O reconhecimento permite aos municípios que tenham direito a benefícios, como é o caso da renegociação de dívidas no setor da agricultura junto ao Banco do Brasil. 

No início de novembro, o Ministério da Integração Nacional havia reconhecido situação de emergência em 272 municípios, localizados em sete estados, devido ao longo período de seca e estiagem, como o Agro Olhar comentou na ocasião. Em Mato Grosso foram reconhecidos os municípios de Canabrava do Norte, Canarana, Nova Xavantina, Vila Rica e Tangará da Serra.

A Defesa Civil em setembro já havia reconhecido situação de emergência para Água Boa, Cláudia e Querência também em decorrência ao stress hídrico.

No Estado o stress hídrico provocou cerca de 9 milhões de toneladas de perdas somente entre a soja e o milho. Culturas como feijão e algodão também tiveram quebras. No estado, a quebra na soja foi de aproximadamente 1 milhão de toneladas e estima-se que cerca de R$ 1 bilhão tenham deixado de circular no Estado. Na cultura de milho o resultado foi 7,2 milhões de toneladas a menos que colhido na safra 2014/2015, o que levou a aproximadamente R$ 2,470 bilhões deixarem de circular.

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