Governo sinaliza com mais R$ 300 milhões para comercialização do arroz

Agronegócio

Governo sinaliza com mais R$ 300 milhões para comercialização do arroz

A solicitação foi apresentada pelo deputado federal Luis Carlos Heinze nesta quarta-feira
Por: -Janice
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Em reuniões nessa quarta-feira, com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, o deputado federal Luis Carlos Heinze (PP-RS) solicitou mais recursos para comercialização do arroz.

Em resposta ao pleito do setor, apresentado pelo parlamentar, o governo sinalizou com a liberação de mais R$ 300 milhões para operações do Prêmio de Risco para Aquisição de Produto Agrícola Oriundo de Contrato Privado de Opção de Venda, o chamado Prop. Segundo Heinze, além de ser útil para facilitar a exportação, esse mecanismo ajudará a melhorar a renda do produtor. “Se o preço de mercado for de R$ 26, o Prop complementa a diferença entre o valor fixado para o contrato de opção. Nesse exemplo, em primeiro de outubro, o adicional pago pode chegar a R$ 4,33 por saca”, explica. O deputado calcula que o programa atingirá 3,75 milhões de toneladas.

Outra medida acertada pelo representante dos orizicultores em Brasília, junto a diretoria de agronegócios do Banco do Brasil, foi a unificação da data dos financiamentos de custeio para o dia do vencimento da última prestação dos contratos de opção ou do Prop. “O produtor poderá dar o contrato do mecanismo em garantia para o banco. A parcela vai vencer na data da opção ou do Prop”, evidencia. O deputado também negocia com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) para que as instituições particulares adotem o mesmo procedimento.

O Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) também anunciou nesta quinta-feira (25) a prorrogação do custeio com vencimento em junho. De acordo com o deputado o pagamento deste mês será diluído nos outros quatro a vencer em julho, agosto, setembro e outubro.

Heinze reforça ainda que os leilões de contrato de opção continuam sendo realizados pela Conab. “Já foram leiloados em torno de 550 mil toneladas, ainda restam mais três leilões de opção, numa oferta de 150 mil em cada pregão”, enfatiza. As informações são da assessoria de imprensa do deputado federal Luis Carlos Heinze.

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