Gripe A preocupa 28% da população mundial, diz pesquisa

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Gripe A preocupa 28% da população mundial, diz pesquisa

Gripe suína preocupa 28% da população mundial, diz pesquisa
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Uma pesquisa realizada em 19 países e divulgada nesta quinta-feira mostrou o nível de preocupação mundial a respeito da gripe suína e o quanto os governos estão preparados para enfrentar a doença. Segundo o levantamento, que ouviu 18.558 pessoas durante o mês de julho, 28% da população está preocupada com o vírus H1N1.

Os dados, obtidos pelo Ibope em parceria com a rede global de pesquisas Worldwide Independent Network of Market (WIN), são referentes aos seguintes países: Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bolívia, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Holanda, Islândia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Suíça.

A China é o país onde a população está mais preocupada: 64% dos entrevistados declararam-se consternados pela ameaça representada pela gripe aviária. Na América do Sul, os bolivianos são os pais preocupados, com 59% da população. Depois vem os argentinos (41%), os brasileiros (36%) e os mexicanos e (33%), segundo a pesquisa.

Na Europa o quadro muda um pouco. Em geral, segundo a pesquisa, os países da União Europeia estão entre os menos preocupados. Com exceção de França e Itália, nações em que 40% e 27% das populações, respectivamente, manifestaram preocupação. No Canadá, país com maior número de casos por habitante (231 casos por milhão de habitantes) o índice também é baixo: 20%.

O levantamento também perguntou aos entrevistados sobre a capacidade dos governos em enfrentar a doença. Chineses e europeus são os que têm maior confiança em seus governantes: 60% e 71%, respectivamente, acreditam que seus países estão preparados para enfrentar o vírus. Os menores índices vêm da Argentina e da Bolívia: 14% e 12%, respectivamente.

Globalmente, as mulheres (32%) tendem a se preocupar mais com a gripe suína e com a capacidade de seus governos em enfrentá-la do que os homens (24%). Os dados mostram ainda que os jovens enxergam a doença com mais consternação. Entre quem tem menos de 35 anos, 32% declaram-se preocupados. Entre os que possuem de 35 a 54 anos, esse número é de 27%. Entre os maiores de 55 anos, cai para 23%, segundo a pesquisa.

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